SHRECK O TERCEIRO (a história do filme)
Adaptado por: Kathleem Weidner Zoehfeld
Editora: Everest
Este foi um dos livros que gostei muito de ler pelo facto de ser muito divertido, e à medida que vamos lendo apetece continuar a ler ainda mais. Não é muito indicado para a minha idade mas apesar disso despertou interesse em mim, pois é um livro chamativo à leitura!
Uma das partes do livro que eu quero citar é: “ (…) Entretanto, Shreck e Fiona estavam com problemas em se adaptarem às rotinas reais. (…) O primeiro momento do programa era uma cerimónia de armar cavaleiros. (…) O jovem soldado que ia ser armado cavaleiro, nervoso, viu Shreck a aproximar-se. Não era bem aquele Rei que ele esperava! (…) Shreck praticou: um toque aqui, outro ali. Shreck olhou para o Gato das Botas, por cima do ombro, para garantir que estava a fazer as coisas bem quando, de repente…cortou o cavaleiro, sem querer! (…) Depois de encontrar ajuda para o pobre soldado, foi a vez de assistirão baptismo de um novo navio de guerra da Marinha Real. (…) O almirante entregou a Shreck a garrafa de champanhe para o baptismo. Ele apoiou-se contra o navio por um só instante e o navio… lançou-se à água e começou a navegar! Ansioso por mandar com a garrafa contra o casco, como era costume no Reino Longínquo, Shreck lançou-a com o seu poderoso braço de ogre. A garrafa abriu um buraco num dos lados do navio e afundou-o como uma pedra! (…) Por último, o baile real estava programado para essa noite (…) Roupa cheia de estilo. Meias e sapatos apertados. Golas e corpetes e remates e cintos…
(…) – Ai, tenho muita comichão no rabo e não me mexo com este smoking! – gemeu Shreck.(…) Pediu a Fiddlesworth que lhe coçasse o traseiro com o ceptro.
Naquele instante, o pano começou a levantar e o Mestre-de-cerimónias anunciou:
- Senhoras e senhores, em representação do Rei e da Rainha do Reino Longínquo… a Princesa Fiona e Sir Shreck!
O público começou a aplaudir. Mas os aplausos foram desaparecendo quando, um a um, se iam apercebendo de que Fiddlesworth estava a coçar o traseiro de Shreck! (…)”. Bárbara Martins 9º4 nº3
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