sexta-feira, 6 de junho de 2008

O regresso do Menino Nicolau

Nesta história fala sobre a vida de um menino mimalho chamado Nicolau.
Nicolau é um rapaz que apresenta comportamentos diferentes em casa e na escola.
Em casa, quando arranja problemas, Nicolau arranja sempre solução: começa a chorar.
Mas, na escola (durante o recreio), passa o tempo a discutir com os amigos ou anda a “porrada” com eles, só que no final do recreio fazem sempre as pazes.
Esta história é escrita de forma diferente, é utilizada linguagem de criança”. Também fala dos problemas (que temos de passar nesta fase e todo o tipo de asneiras que as crianças fazem nos dias de hoje.
Eu acho uma história engraçada, que me faz lembrar velhas recordações.

“Vampiratas – Demónios dos Mares”

A história “Demónios dos Mares”da colecção “Vampiratas”, da autoria de Justin Somper, é um misto de aventura com terror, que conta a história de dois irmãos gémeos que ficaram órfãos depois de perderem o pai, que era a sua única família.
Como não queriam novos pais, Grace e Connor, decidiram fugir por mar, num pequeno barco, em busca do navio vampirata, tão ouvido nas canções do seu pai.
Numa noite, após uma violenta tempestade, os dois irmãos separam-se, e Connor é recolhido por um navio pirata, já Grace é resgatada pelo navio dos vampiratas.
Os vampiratas são uma espécie de vampiros piratas que de dia dormem e de noite sobem ao navio.
Connor é bem recebido pelos piratas e logo trava amizades com alguns dos tripulantes e até mesmo com o capitão. O rapaz começou a gostar da vida de pirata e interessou-se em se juntar à tripulação. Começou a praticar e parecia ter muito jeito. Logo o acolheram e o levaram em muitos assaltos a outros navios.
Grace não tivera a mesma sorte. Os vampiratas eram aterradores e muito resguardados e a rapariga começou a ficar com medo. Ela apenas conhecia um, o que a resgatara. Ele escondera-a num quarto para que ninguém mais a visse, já que os vampiratas, tal como os vampiros, gostam muito de sangue humano.
Quando descobriu que os vampiratas faziam banquetes de sangue e tinham um homem aprisionado a servir de dador, ficou ainda mais aterrorizada. Foi então que conheceu o capitão: o mais sombrio, mas o mais simpático.
O desenrolar da história acontece à volta dos dois jovens e das suas aventuras em alto mar. Enquanto que Connor se diverte a fazer assaltos a outros navios com o resto dos piratas e depois usufrui do prémio da melhor forma possível, Grace vive cada noite fechada naquele quarto a pensar num plano para sair e explorar o barco.
Enquanto o navio vampirata de dia quase adormecia, o navio pirata estava sempre com vida. Foi assim que ambos se cruzaram.
Um forasteiro perdido no mar, um tripulante vampirata, chegara ao navio de Connor com a mensagem de que Grace seguia no barco que tinham interceptado. O rapaz ficou comovido e apressou-se a falar com o capitão para que este desse ordem de assaltar o outro navio.
Ficou decidido que seria Connor, por sua vontade, a tentar resgatar a irmã. Ele já tinha alguma experiência como pirata e a sua boa constituição física ajudava-o muito nessa tarefa.
O homem vampirata que se encontrava no navio pirata dava indicações de como deveriam agir e ter cuidado com a tripulação, mas este forasteiro era muito traiçoeiro e perigoso e eles não sabiam até que ponto deveriam acreditar nele.
Connor, mais decidido que nunca, mandou preparar o material para saltar para o outro navio. Como se fosse ele o capitão, os outros obedeceram.
Pousou os pés no convés com todo o cuidado para que não o ouvissem. No entanto, Grace ouviu-o e chamou logo por ele a correr na sua direcção. Estavam novamente juntos e partiriam imediatamente para o navio de Connor.
Já com Grace a salvo o conto chega ao fim, caindo a dúvida do que terá acontecido ao navio vampirata.
Foi uma história muito emocionante e por isso muito atractiva para leitores que gostem de sentir emoção, adrenalina e curiosidade ao longo da leitura. É um livro aconselhável, pois é agradável de se ler, com muitos momentos de acção e poucas mas enriquecedoras paragens para descrições.
É uma aventura que demonstra muita força de vontade e coragem por parte das personagens, um exemplo para todos nós que temos que enfrentar diariamente as dificuldades da vida.


Trabalho realizado por: Rui Filipe Fiúza da Rocha Dantas, nº 25, 9º 4.

segunda-feira, 17 de março de 2008

A máscara maldita

Título - A máscara maldita
Autor – R. L. STINE
Edição – 1ªedição Scholastic, 1993

Arrepios
“ A máscara maldita”
Carly Beth é uma rapariga muito medricas, tem medo de tudo. Toda a gente de metia com ela.
Estava a chegar o dia das bruxas. Um dia Carly Beth quando chega a casa a mãe chama-a para ir ver uma coisa. Quando entra na sala vê uma cabeça e começa a gritar, olhou fixamente para a cabeça que parecia retribuir-lhe o olhar. Sou eu! Gritou ela. Tinha sido a mãe que a fizera, uma cabeça em gesso para lhe oferecer. Carly afirmou que viu a escultura a sorrir-lhe, mas também a mãe lhe comprou uma máscara de pato para ele se mascarar no dia das bruxas. Quando chegou ao quarto sentiu a respiração de alguém ou de alguma coisa, então abriu a porta a máscara salta-lhe em cima a gritar.”A máscara está viva”! Disse Carly. Afinal era o sue irmão para lhe pregar mais um susto.
Chegara o dia das bruxas e Carly Beth não gostava da máscara de pato, queria uma assustadora. Foi a loja mas quando chegou, já foi tarde, estava fechada. Mas de repente viu uma sombra dentro da loja. Era um homem. Ele tinha um aspecto assustador, os olhos dele brilhavam como brasas. Carly via muitas máscaras mas nenhuma lhe agradava. Enquanto as observava viu uma porta entreaberta e entrou para ver se tinha mais máscaras e tinha! Eram tão feias, mas mesmo feias que pareciam reais, todas destorcidas e deformadas. Enquanto olhava ao pormenor viu uma excelente, tinha olhos alaranjados, a boca aberta, o nariz parecia de um esqueleto, ela tocou-lhe e ao tocar-lhe a máscara sorriu e gritou. De repente viu uma sombra e era o dono da loja que tinha gritado e estava dentro da arrecadação e disse-lhe que aquelas máscaras não eram para venda, de repente todas começaram a sacudirem-se e grasnavam, como se tivessem acordado para a vida. O homem foi pô-las no sítio. Carly insistia para que o homem lhe vendesse a máscara que se riu, e ele recusava, mas Carly não desistiu e convenceu o homem e ele acabou por lha vender. Quando chegou a casa pôs-lha, sentiu-a quente e muito apertada, tinha um cheiro curioso.
Ela tinha de a testar e decidiu assustar o seu irmão, e realmente é assustadora, pregou um susto de morte a Noah (irmão). Quando ia para a tirar, não conseguia, a máscara não saía. Mas com muito esforço sempre conseguiu. O mais estranho é que quando ela tinha a máscara na cara, estava com uma voz diferente, não parecia a dela.
Então Carly Beth saiu para a casa de Sabrina, mas levou a escultura de gesso da sua cara pendurada num pão de vassoura. Quando chegou a casa de Sabrina viu dois rapazes e mandou-se a eles a pensar que eram Steve e Chuck. A voz dela saía de uma forma diferente, muito grossa. A mãe dos rapazes apareceu e Carly mandara-a embora, e estava a começar a sentir a raiva a crescer dentro dela. Sentia-se totalmente diferente, cada vez mais sentia a máscara mais quente e apertada. A mulher sempre se foi embora mas Carly tinha uma vontade enorme de ir atrás dela, mas um grito fê-la parar. Era Sabrina, estava assustadíssima e não reconhecia Carly Beth, só um pouco depois é que percebeu que era ela pela escultura.
Enquanto caminhavam, Sabrina pôs a mão na máscara de Carly e esta começou a sentir raiva e a rosnar, mandou calar Sabrina, depois de um uivo monstruoso, atirou-se a ela e começou a estrangulá-la. Sabrina conseguiu escapar-se e Carly questionou-se porque fez aquilo à sua melhor amiga? Para se desculpar disse que era apenas uma partida. As duas decidiram separarem-se. Carly estava mortinha por encontrar Chuck e Steve, uns minutos depois encontrou-os, escondeu-se e sentia a raiva a subir-lhe pelo corpo acima, a cara fervia, o coração acelerou.
Mandou-se a eles, ficaram todos atrapalhados, a gritar, a tremer e só olhavam da máscara para a escultura. Só sabiam perguntar quem era. Carly dissera-lhes que era a cabeça de Carly Beth, que ela não a queria dar a bem mas deu a mal! Eles não acreditaram no que ela disse! Carly pediu-lhes os sacos das guloseimas ou então ponha as cabeças delas penduradas no pau. Enquanto isto, os olhos da escultura piscaram, os lábios moveram-se, começaram a comprimirem-se e depois a afastarem-se e de repente disse: “Ajudem-me. Ajudem-me “. Carly Beth aterrorizada largou o pau que acabou por cair. Chuck e Steve acabaram por fugir e Carly só lhe apetecia fazer coisas estranhas, como por exemplo: subir árvores, telhados e de uivar ao céu negro. Depois foi ao encontro de Sabrina para irem para casa. Quando chegaram a casa de Sabrina, Carly tentou tirar a máscara mas esta não saía de maneira nenhuma. Mas Sabrina não acreditava, pensava que Carly estava no gozo com ela. A máscara estava colada à cara de Carly, as duas puxavam mas não conseguiam nada. De repente Sabrina deu um grito, reparou que a máscara não terminava, não tinha sítio por onde pegar. A máscara tinha-se tornado a sua cara!
Carly fora-se ver ao espelho e disse que não eram os seus olhos, que não era ela! Disse:”Não sou eu!” e fugiu pela porta fora a correr. Correu e correu até que chegou à loja onde comprou a máscara, pensou que o homem que lha vendera a pudesse ajudar, mas a loja estava fechada. Mas enquanto chorava de desespero viu uma sombra dentro da loja, era o dono. Abriu a porta e disse-lhe para entrar. “Eu sabia que ias voltar!”- Disse o homem.
Carly Beth fartou-se de lhe pedir para lhe tirar a máscara, mas ele disse que não podia, tristemente. O homem disse a Carly para que o seguisse até à sala onde esteve a máscara. Lá o homem disse-lhe que não se tratava de uma máscara, era uma cara verdadeira. Foi o homem que as fez no laboratório dele, mas algo correu mal. Carly Beth estava a entrar em pânico quando o homem lhe disse que não cava para tirar e que agora era a sua nova cara. Suavemente disse-lhe que a cara podia ser removida mas não por ele, mas sim por ela. O homem disse-lhe que só pode ser removida uma vez e por um símbolo de amor. Carly começou aos berros e acordou todas as caras, começaram-se a lamber, as feridas começaram a pulsar, as cabeças estavam todas a saltar, a pestanejar e a respirar. Foge! -gritou ele. Enquanto corria olhou para traz e viu que todas as caras estavam a voar atrás dela. Só pensava o que seria aquilo do símbolo de amor, só isso a poderia salvar. E então lembrou-se da escultura que a mãe tinha feito, era símbolo de amor, mas o problema é que ela tinha-a deixado cair. Enquanto fugia encontrou o quarteirão e a casa onde tinha caído a escultura. Custou-lhe a encontra-la, mas conseguiu, então levantou-a e começou a gritar: “isto é um símbolo de amor, vão-se embora!”, não deu resultado! Decidiu então enfiar a escultura na cabeça, e esteve algum tempo com ela.
Quando a tirou todas as caras haviam desaparecido e aí pôs a mão no pescoço e viu que já havia espaço entre a pele e a máscara.
Facilmente a tirou!
Começou a gritar de felicidade por se ver livre daquela porcaria!

Trabalho realizado por :
Sónia Cerqueira nº26 9º4

domingo, 16 de março de 2008

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

Título: As Crónicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa
Autor: C.S.Lewis
Edição: 10.ª edição


“O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” é a segunda aventura da saga “As Crónicas de Nárnia” da autoria de C.S.Lewis.
A história começa na Segunda Guerra Mundial, aquando as invasões à Inglaterra, quando Peter, Lucy, Edmund e Susan são obrigados a sair de Londres com a sua mãe, instalando-se em casa de um velho e sábio professor.
No primeiro dia que passavam naquela casa estava a chover, o que os obrigou a ficar dentro de casa a brincar. Decidiram jogar às escondidas e a aventura começa quando Lucy, a mais nova dos quatro irmãos, decide esconder-se numa sala que apenas tinha um velho guarda-roupa. Mas não era um guarda-roupa, era o Guarda-Roupa.
Lucy escondeu-se dentro do Guarda-Roupa e foi andando para trás, mas este parecia não ter fim, até que Lucy tropeça e cai em cima de… neve. Ela levanta-se muito assustada e conclui que se encontra numa floresta coberta de um divertido manto branco.
A rapariga, um pouco assustada decide explorar aquela floresta escondida atrás de um Guarda-Roupa e que parecia pertencer a um mundo mágico.
Lucy chega até um candeeiro (achando estranho o facto de existir um candeeiro de rua numa floresta), onde é surpreendida por uma criatura mágica. Era um Fauno, que também ficou muito assustado.
A criatura, que pareceu ser defensora do Bem, apresentou-se como sendo o Sr. Tumnus. Este convenceu Lucy a entrar em sua casa para lanchar. Era uma cabana muito acolhedora e quentinha, pelo que a rapariga se sentiu confortável.
Foi então que Tumnus começou a contar a história do reino mágico de Nárnia: esse reino mágico era reinado por um leão chamado Aslan, sobre ele pairavam a calma, a alegria, a liderança e também a ferocidade, pelo que as criaturas mais malvadas o temiam. Aslan era um verdadeiro rei de Nárnia, mas, com a vinda de uma feiticeira chamada Feiticeira Branca, o leão foi obrigado a partir, deixando assim, o trono livre para a Feiticeira.
Para obter o controlo do reino a malvada lançou sobre ele um feitiço que fez com que o Inverno em Nárnia se tornasse a única estação do ano: era um Inverno perpétuo.
No entanto Aslan iria voltar e nomear novos reis cujos lugares estavam reservados. Eram quatro lugares, logo o leão teria de encontrar quatro reis, acabando com o reinado da Feiticeira, mas esta também tinha por objectivo acabar com a vida dessas quatro criaturas que poderiam pôr em risco o seu trono.
Depois de ouvir esta história Lucy achou que deveria ir para casa e foi nesse momento que viu mais medo nos olhos de Tumnus. A Feiticeira tinha uma forte polícia de criaturas maléficas que tinha ordens para prender todos os que fossem vistos com humanos e matar ou prender os humanos que pisassem o reino de Nárnia. Apesar de não haver nenhum polícia perto da cabana de Tumnus haviam muitas árvores que poderiam contar à Feiticeira o que teriam visto.
Quando Lucy voltou a casa pareceu-lhe que tinham passado várias horas, mas os seus irmãos afirmaram que apenas tinham passado muito poucos minutos. Ela ficou confusa mas percebeu que o tempo parava enquanto se encontrava em Nárnia. A rapariga ficou muito contente e foi a correr contar a sua aventura aos seus irmãos, mas estes não só não acreditaram nela como ainda Edmund gozou com a sua irmã.
Lucy ficou triste e de noite voltou ao quarto que acolhia o Guarda-Roupa para se certificar de que não tinha realmente sonhado. Mas quando entrou e se dirigiu até ao fim do Guarda-Roupa deparou-se com Nárnia. Agora ela tinha a certeza de que era tudo real.
Edmund, ao ouvir os passos da sua irmã, levantou-se da cama e seguiu-a. Para surpresa dele, a sua irmã tinha desaparecido. Então o rapaz entrou no Guarda-Roupa muito assustado e a chamar pela sua irmã que não respondia.
Ele andou, andou e andou, mas o Guarda-Roupa parecia não ter fim, até que se deparou com aquilo que parecia ser Nárnia.
Edmund correu, ainda assustado, procurando a sua irmã, mas não havia sinal dela. Então decidiu explorar aquele lugar mágico. De repente ouviu vozes e um trenó a andar a alta velocidade. O rapaz escondeu-se com medo, mas o duende que conduzia o trenó encontrou-o.
Dentro do trenó estava uma mulher muito alta e pálida, que parecia estar com frio, pois tinha uma roupa muito quente e um alto chapéu branco. Era a Feiticeira Branca. Esta convidou Edmund a subir ao seu trenó para conversar com ele, mas as intenções da Feiticeira iam para além de fazer amizade com o rapaz. Ela queria prendê-lo e petrificá-lo.
No dia seguinte Lucy voltou a falar de Nárnia e do Guarda-Roupa e então os dois irmãos mais velhos: Peter e Susan, decidiram ir falar com o professor que lhes disse que a Lucy poderia estar muito consciente e não a alucinar.
Os dois irmãos ficaram a pensar nas palavras do velho sábio e decidiram ir com Edmund e Lucy tirar as dúvidas em relação àquele reino encantado. Entraram no Guarda-Roupa e lá estava Nárnia, coberta de neve e invadida por um frio um pouco desagradável.
A pequena Lucy ficou contentíssima e correu, chamando os irmãos, em direcção à casa de Tumnus. Mas Edmund parecia perturbado. Ele tinha travado amizade com a Feiticeira e sentia-se mal quando a irmã mais nova contava que ela era má.
Quando chegaram a casa do Sr. Tumnus depararam-se com um cenário horrível: a casa estava toda desarrumada e parcialmente destruída e não havia sinais do Fauno. Mas colado a uma parede estava um bilhete que dizia que os polícias da Feiticeira tinham estado ali e prendido Tumnus por interagir com humanos sem os denunciar à Rainha.
Lucy ficou muito constrangida, pois tinha travado uma forte amizade com o Fauno. Mas logo a seguir decidiu que iriam procurá-lo e salvá-lo. Enquanto ela pensava nisto ouviram um barulho e seguiram um pássaro que os levou até à toca de um casal de castores, que os convidaram a entrar para falarem.
Estavam todos muito bem acomodados, mas Edmund parecia desagradado. Começaram a falar e Lucy perguntou por Tumnus. Então os castores contaram a história de Nárnia, falando de Aslan e dos dois reis e duas rainhas que, caso se sentassem no trono do palácio do reino, tirariam não só o poder à rainha, mas também a sua vida. Esses quatro reis eram eles.
Quando os castores acabaram de contar estas histórias aperceberam-se de que Edmund tinha desaparecido. A Feiticeira Branca dissera-lhe que se ele conseguisse levar até ela os seus irmãos seria nomeado rei de Nárnia. Mas Edmund tinha uma informação muito importante para a Feiticeira: Aslan já se encontrava no reino.
Ficaram todos muito preocupados e acharam melhor porem-se a caminho de um lugar chamado Mesa da Pedra onde se iriam encontrar com o Leão. Era a melhor maneira de salvar Tumnus e muitas outras criaturas do palácio da Feiticeira.
Entretanto Edmund chegava à mansão onde observou no jardim inúmeras estátuas das mais diversas criaturas, condenadas pela Rainha.
Edmund foi falar com a Feiticeira, mas começou a pedir várias coisas em troca de informação, a mulher não gostou e prendeu-o. Foi aí, na sua cela, que avistou Tumnus que estava preso na divisão ao lado. Edmund percebeu que tinha cometido um grande erro ao confiar na Feiticeira Branca. Agora ela iria à casa dos castores para prender também os seus irmãos e ele não podia fazer nada. Sentiu-se culpado.
A Feiticeira e os seus leais servos correram a toda a velocidade em direcção à casa dos castores, mas estes já tinham fugido com os restantes humanos, pelo que a Rainha pensou que Edmund lhe tinha mentido.
Durante o caminho até à Mesa de Pedra os castores perceberam que Aslan estava realmente a chegar, pois algumas árvores largaram a neve que as cobria e começavam-se a enfeitar de flores. Em alguns planaltos o manto branco começava também a derreter-se e percebia-se que a Primavera estava próxima. Era um sinal da chegada de Aslan.
Entretanto a Feiticeira tinha voltado ao palácio onde recolheu à força mais informações de Edmund. Então, a Rainha, o seu leal duende e Edmund partiram em direcção à Mesa de Pedra. Iam ter com Aslan.
Pelo caminho, ao observar o cenário, a Feiticeira Branca percebeu que começava a perder poderes e que cada vez ficava mais cansada, o que a obrigou a acautelar-se.
Enquanto isto, os castores e as outras crianças tinham chegado ao abrigo de Aslan onde se viam dezenas de tendas e animais de todas as espécies mágicas. Os três irmãos, Peter, Susan e Lucy, foram ter com o leão e logo sentiram aquela emoção de que os castores lhes tinham falado, não conseguiram olhar Aslan nos olhos.
O leão chamou-os para dentro da sua tenda logo que percebeu que faltava Edmund. Foi aí que os outros lhe contaram o que se sucedera e logo Aslan percebeu e se aprontou a ajudar.
Passadas algumas horas chegou a Feiticeira Branca com Edmund e os amigos de Aslan levantaram logo as espadas, mas este percebeu que ela vinha em paz e começou a falar-lhe. Entraram na tenda do leão onde tiveram uma longa conversa e logo a seguir a Rainha partiu deixando Edmund no acampamento perto da Mesa de Pedra.
Nessa noite Lucy e Susan acordaram com os passos de Aslan no exterior e foram ver o que se passava. Seguiram Aslan até à Mesa de Pedra onde observaram um cenário horrível: dezenas de servos e apoiantes da Feiticeira vaiavam o leão à medida que este se aproximava da Mesa.
Ao fim de várias palavras humilhantes proferidas pela Rainha, os seus apoiantes pediam a morte de Aslan. As duas irmãs, que observavam a cena de longe e escondidas, começaram a ficar assustadas.
O leão foi preso à Mesa e aí foi morto. Lucy e Susan, apesar de estarem tristes e horrorizadas com o sucedido, perceberam o que se passara: durante a conversa que Aslan teve com a Feiticeira, combinaram que o leão daria a vida em troca da liberdade de Edmund. Mas porque faria ele isso?!
Depois daquele festim os simpatizantes da Rainha partiram em direcção ao palácio e as duas raparigas foram a correr ter com o leão. Parecia morto mas elas abraçavam-se a ele como se ainda estivesse vivo, no entanto com muita angústia e desespero. E ali dormiram.
Já de manhã acordaram com um violento barulho. Afastaram-se da Mesa e esta partiu-se ao meio. De repente Aslan levantou-se e deu um enorme rugido. Elas ficaram radiantes e felicíssimas. Perguntaram ao leão o que acontecera, ao que ele respondeu que quando algum ser inocente é morto injustamente na Mesa da Pedra, voltará à vida.
Entretanto, no acampamento das tropas de Aslan iam-se afiando as espadas pois ia haver uma grande batalha entre as forças representantes do Bem, as do leão, e as representantes do Mal, as da Feiticeira.
Esta batalha tinha como objectivo, pelo lado do Bem, destruir a Rainha e tirá-la do trono, pelo lado do Mal, destruir Aslan para a Feiticeira reinar Nárnia muito mais descontraidamente.
Mas enquanto ambos os exércitos corriam um em direcção ao outro, o leão corria a toda a velocidade, com as duas irmãs às costas, em direcção ao palácio de Nárnia.
Quando lá chegou apenas precisou da utilizar o seu forte olhar para voltar a transformar as vítimas que a Rainha petrificou, incluindo o Sr. Tumnus, ao que Lucy agradeceu bastante ao leão. Depois de todo o trabalho feito Aslan partiu em direcção à batalha com um forte reforço para o seu exército.
O exército do leão estava em clara minoria numérica e já tinha perdido muitos soldados, mas Peter e Edmundo continuavam a lutar como verdadeiros cavaleiros. Mal o reforço chegou e começou a atacar o inimigo Aslan correu para a Rainha e atirou-se a ela matando-a e pondo fim ao seu terrível reinado. Vendo este cenário, os ainda resistentes soldados da Feiticeira Branca renderam-se ou fugiram.
Depois desta sangrenta batalha Peter, Susan, Edmund e Lucy foram coroados reis e rainhas de Nárnia, no palácio em Cair Parável (assim se chamava o lugar onde estava construído o monumento).
A cerimónia de coroação dos reis era uma festa muito agradável e repleta de convidados, com um muito especial: o Sr. Tumnus que já tinha voltado à sua vida normal.
Após o final da festa Aslan partiu sem se despedir e ninguém sabia para onde. O casal de castores explicou a Lucy, que tinha ficado um pouco confusa com esta partida súbita, que o leão partira para fazer o Bem e que voltaria mais tarde ou mais cedo, mas sabiam que agora estavam todos em segurança.
Passaram-se vários anos em Nárnia e a Primavera era cada vez mais bonita e acolhedora. Numa linda tarde os quatro irmãos, já adultos decidiram ir caçar e ao passarem por perto de um candeeiro de rua, vieram-lhes algumas memórias à cabeça.
Eles não estavam a entender muito bem o que fazia ali um candeeiro, mas depois lembraram-se de como tinham ido parar àquele reino encantado denominado Nárnia.
Seguiram na direcção do candeeiro e foram parar ao Guarda-Roupa. Abriram as portas e perceberam que estavam de novo em casa. Mas repararam que tinham voltado à sua idade com que encontraram o quarto com o Guarda-Roupa. Reflectiram um pouco e concluíram que os anos em Nárnia não passam, como acontece no nosso mundo.
Então os nossos heróis voltaram à sua vida normal com a mesma idade que tinham antes de irem para lá.



Trabalho realizado por: Rui Filipe Fiúza da Rocha Dantas, n.º 25, 9.º 4.

sexta-feira, 14 de março de 2008


O CAVALEIRO DA DINAMARCA
Numa noite de Natal, durante a ceia, quando todos estavam reunidos à volta da lareira, a comer e a contar histórias, comunicou-lhes que iria partir em peregrinação à Terra Santa, para rezar onde Cristo tinha nascido. Prometeu também que, dali a dois anos, estariam juntos de novo. Quando chegou a Primavera partiu e, chegou muito antes do Natal às costas da Palestina, onde visitou todos os locais sagrados relacionados com Jesus. Já de regresso à Dinamarca, uma tempestade violenta quase destruía o barco em que viajava e ele teve que ficar por Itália. Lá conheceu muitas cidades onde fez muitos amigos, como o Mercador de Veneza, que lhe contou a história de amor de Guidobaldo e Vanina. Após inúmeras peripécias, consegue chegar á sua floresta, mas por pouco uma tempestade lhe poderia dar a morte. Quando ele ia seguir pela floresta ele pensou seguir pelo rio até sua casa mas sem resultado, então foi sempre em frente sem ter qualquer destino, até que viu uma luz, essa era a luz de sua casa. Ele não sabia mas mesmo assim resolveu arriscar e resolveu seguir essa luz, encontrando assim a sua casa. Por esta mesma razão é que se enfeita os pinheiros no Natal.

Gabriela Fernandes
nº 11
9º4

Opinião sobre um livro

Título: Harry Potter e os Talismãs da Morte
Autora: J.K. Rowling
Edição: 1ª edição

Eu achei este livro melhor do que todos os outros livros da colecção do Harry Potter, pois tem menos descrição e mais acção, o que proporciona mais entusiasmo a ler e as acções desenrolam-se mais rapidamente fazendo assim a pessoa ficar com curiosidade no que vem a seguir.
A parte que eu mais gostei no livro foi o assalto ao banco de Gringotts onde Harry, Hermione e Ron conseguiram encontrar um Horcrux e destruí-lo arriscando a própria vida pois nunca ninguém tinha conseguido assaltar aquele banco sem ser apanhado e também o Horcrux encontrava-se num dos cofres mais difíceis de conseguir entrar.
Também gostei da batalha em Hogwarts entre os aliados de Harry e os aliados de Voldemort onde houve muita acção e perigo, morrendo muita gente antes do confronto final entre o próprio Harry e o Voldemort, pois só um podia viver quando o outro morresse e só haveria paz no Mundo dos feiticeiros se Harry vence-se o Voldemort.
Tenho pena que este seja o último livro do Harry Potter pois os livros da colecção são muito bons e mostram-nos um Mundo imaginário onde quem lê fica a pensar como seria o Mundo se tudo o que se está escrito nos livros do Harry Potter fosse real.


Pedro Carvalhosa
Nº:24 9º4

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Notícia sobre a ida ao teatro

A turma do 9º4, foi ao Porto no dia 31 de Janeiro de 2008 ver uma representação de teatro do Auto da Barca do Inferno.
Foram com os outros colegas do 9ºano da mesma escola. Foram de autocarro. No Porto estavam mais jovens que também assistiram à peça juntamente com eles. Quando chegaram, estiveram um pouco à espera para entrar, sentaram-se e passados alguns minutos, deu-se início à peça. Tal como tinham estudado, em primeiro lugar deu-se a entrada do Fidalgo em palco e seguidamente as outras personagens. Todos eles gostaram imenso da apresentação e foram lá a fim de enriquecerem os conhecimentos sobre o Auto da Barca do Inferno.
Passearam e também se divertiram imenso!






Sónia Cerqueira
Nº26 9º4