ARREPIOS
A esponja demoníaca
→ Este livro pertence à 1ªedição Scholastic 1992;
→ O autor deste livro é: R.L.STINE;
Quando a família de Caturra se muda de casa, Caturra encontra debaixo do armário do lava-loiça uma esponja, que era viva; mexia-se, respirava, tinha olhos e era quente.
Enquanto observavam a esponja, Daniel, o irmão de Caturra, pensara que a irmã o tinha empurrado e agora o mesmo tinha acontecido com o seu pai. Dois dias antes do aniversário de Caturra, Carlos um amigo de Daniel tinha espetado um prego no pé em casa de Daniel. Caturra enquanto procurava algo para estancar o sangue a Carlos viu a esponja a estremecer e a agitar-se numa atitude que parecia de satisfação, respirava tão audívelmente.
No dia seguinte Caturra decidiu levar a esponja para a escola. Enquanto caminhava a caminho da escola, um enorme ramo seco de uma árvore caiu em cima de Caturra. Quando se pôs de pé olhou para a esponja que estava a respirar tão profundo e sonoro e pulava excitadíssima.
Quando chegou à escola foi à D. Rosarinho mostrar a esponja, que não acreditou em nada do que ela lhe dissera. Logo de seguida a D. Rosarinho apertou os dedos na secretária. Caturra foi até à biblioteca onde encontrou uma enciclopédia do sobrenatural onde falava da esponja. Diz que é um grul (mítica criatura antiga), dá azar e alimenta-se dele, também diz que não pode ser destruída e jamais pode ser dada ou deitada fora. O grul só se transmite a outra pessoa por morte do proprietário anterior. Se alguém o der morrerá dentro de um dia. No dia seguinte Caturra quando tenta destruí-lo bateu com a mão na secretária, em cima do bico afiado de uma tesoura. Logo de seguida Caturra ouviu um riso seco e cruel, mais parecido com tosse, era o grul a modificar-se. Mudou de cor, para um vermelho igual ao sangue que lhe escorria pela mão abaixo.
Alguns dias depois o Carlos roubou o grul à Caturra e teve um acidente de bicicleta, a fazer corridas com outros rapazes. Nesse mesmo instante ele perdeu o grul. Caturra estava cheia de medo porque se o que o livro dizia era verdade iria morrer dentro de um
dia. Lembraram-se de ir à procura dos rapazes da corrida. E eram eles que o tinham. O grul voltou a dar azar a um dos rapazes. Finalmente Caturra conseguiu recupera-lo e foram para casa. Quando chegaram tentou destruí-lo com violência e não deu resultado, depois teve a ideia de o tentar destruir com carinhos, ser meiga para ele. E deu resultado, ele desfez-se por completo. Depois disso o Matador apareceu, o jardim voltou a ficar bonito.
Um pouco mais tarde, o Matador encontrou uma batata quente, que respirava e cheia de dentes, no mesmo sítio onde Caturra tinha encontrado o grul.
Trabalho realizado por: Sónia Cerqueira nº26 9º4
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