Título: Os Cinco Contra o Máscara Negra
Autora: Enid Blyton
Tudo começa quando os Cinco estão em casa dos pais da Zé e, de repente ela entra e pergunta: «Adivinhem onde vamos passar as férias?» (linhas 1\2 da pág.5). Os primos olham todos uns para os outros e finalmente olham para a Zé há espera da resposta: «Vamos num cruzeiro pelo Mediterrâneo e o professor Lagarde também» (linhas 25\26 da pág.6). Os primos que ficariam na casa dos pais da Zé todo o verão ficaram espantados. Para além de irem num Cruzeiro ainda iam rever um velho amigo, o Palu, que era filho do professor Lagarde. Iam partir no dia seguinte e já planeavam o que iriam fazer no cruzeiro. Partiriam de Marselha e os destinos iam sendo revelados ao longo da viagem. Antes de partirem decidiram ir visitar o Palu e contar os planos ao amigo. De repente o Palu lembrou-se de uma notícia: «Vocês ouviram a rádio? O Máscara Negra continua a roubar.» (linhas 17\18\19 da pág.12).
A Ana não sabia quem ele era e então o Júlio explicou que era um ladrão Internacional que trabalha sozinho e que ninguém sabia a sua verdadeira identidade. Depois disso ainda ficaram a falar do Máscara Negra. No dia seguinte, quando já estavam no cruzeiro conheceram um homem que lhes disse quem eram as pessoas que iriam ver no cruzeiro. Era Max Normand, um famoso ilusionista que iria fazer uns espectáculos a bordo. Depois disso foram para a piscina e ouviram um senhor de idade dizer que o Máscara Negra estava no cruzeiro.
A Zé começou a pensar que poderia apanhá-lo no cruzeiro mas de repente ouviu-se uma voz: «É o comandante que vos fala!... O navio só começou a viagem depois dum inquérito feito pela polícia: o Máscara Negra não está a bordo. Trata-se duma brincadeira de mau gosto…» (linhas 13\21 da pág.32). Mas a Zé não ficou convencida. Poucos dias depois pararam em Ibiza e foi então que ouve um assalto. Uma chinesa chamada Menina Ping tinha perdido o seu alfinete de peito. Começaram todos à procura mas em vão. «Você não o perdeu, foi roubada pelo Máscara Negra» (linhas 15\16 da pág.48) disse uma senhora chamada Hortense Ritcher. Quando voltaram ao cruzeiro a Zé não deixava de pensar que a Hortense Ritcher podia ter razão. No dia seguinte enquanto todos estavam a jantar uma senhora aparece aos gritos a disser que lhe roubaram um colar. Agora sabiam que o ladrão estava a bordo.
O comandante chamou a polícia para um inquérito e para revistar o navio mas não o encontraram. Uns dias o Máscara Negra não atacava mas assim que desciam a terra ele atacava e a polícia não descobria nada. Quando a viagem estava no fim, num dia em que a Zé e os primos foram a terra, decidiram deixar o Tim a bordo. Quando voltou o Tim tinha um colar roubado na boca e ela pediu para indicar onde o tinha encontrado. Ele levou-a até ao camarim do Max Normand. Como já sabia quem era o ladrão montou uma armadilha. Decidiu contar-lhe que o pai do Palu tinha uns papéis com umas fórmulas muito valiosas no seu quarto. À noite foram-se esconder à espera do ladrão. Algum tempo depois ele apareceu e quando entrou no quarto a polícia apanhou-o. Mesmo assim ele recusou-se a disser onde estavam os objectos roubados. Enquanto viam o fogo de artifício o Tim não parava quieto. A Zé tentou agarrá-lo mas ele subiu para cima de um bote salva-vidas. Quando a Zé o ia a agarrar reparou num estranho som que o bote fez. Olhou lá para dentro e encontrou todos os objectos dos roubos do Máscara Negra.
FIM
Nome: João Manuel Martins Cerqueira
Nº: 15
Ano\Turma: 9º4
Autora: Enid Blyton
Tudo começa quando os Cinco estão em casa dos pais da Zé e, de repente ela entra e pergunta: «Adivinhem onde vamos passar as férias?» (linhas 1\2 da pág.5). Os primos olham todos uns para os outros e finalmente olham para a Zé há espera da resposta: «Vamos num cruzeiro pelo Mediterrâneo e o professor Lagarde também» (linhas 25\26 da pág.6). Os primos que ficariam na casa dos pais da Zé todo o verão ficaram espantados. Para além de irem num Cruzeiro ainda iam rever um velho amigo, o Palu, que era filho do professor Lagarde. Iam partir no dia seguinte e já planeavam o que iriam fazer no cruzeiro. Partiriam de Marselha e os destinos iam sendo revelados ao longo da viagem. Antes de partirem decidiram ir visitar o Palu e contar os planos ao amigo. De repente o Palu lembrou-se de uma notícia: «Vocês ouviram a rádio? O Máscara Negra continua a roubar.» (linhas 17\18\19 da pág.12).
A Ana não sabia quem ele era e então o Júlio explicou que era um ladrão Internacional que trabalha sozinho e que ninguém sabia a sua verdadeira identidade. Depois disso ainda ficaram a falar do Máscara Negra. No dia seguinte, quando já estavam no cruzeiro conheceram um homem que lhes disse quem eram as pessoas que iriam ver no cruzeiro. Era Max Normand, um famoso ilusionista que iria fazer uns espectáculos a bordo. Depois disso foram para a piscina e ouviram um senhor de idade dizer que o Máscara Negra estava no cruzeiro.
A Zé começou a pensar que poderia apanhá-lo no cruzeiro mas de repente ouviu-se uma voz: «É o comandante que vos fala!... O navio só começou a viagem depois dum inquérito feito pela polícia: o Máscara Negra não está a bordo. Trata-se duma brincadeira de mau gosto…» (linhas 13\21 da pág.32). Mas a Zé não ficou convencida. Poucos dias depois pararam em Ibiza e foi então que ouve um assalto. Uma chinesa chamada Menina Ping tinha perdido o seu alfinete de peito. Começaram todos à procura mas em vão. «Você não o perdeu, foi roubada pelo Máscara Negra» (linhas 15\16 da pág.48) disse uma senhora chamada Hortense Ritcher. Quando voltaram ao cruzeiro a Zé não deixava de pensar que a Hortense Ritcher podia ter razão. No dia seguinte enquanto todos estavam a jantar uma senhora aparece aos gritos a disser que lhe roubaram um colar. Agora sabiam que o ladrão estava a bordo.
O comandante chamou a polícia para um inquérito e para revistar o navio mas não o encontraram. Uns dias o Máscara Negra não atacava mas assim que desciam a terra ele atacava e a polícia não descobria nada. Quando a viagem estava no fim, num dia em que a Zé e os primos foram a terra, decidiram deixar o Tim a bordo. Quando voltou o Tim tinha um colar roubado na boca e ela pediu para indicar onde o tinha encontrado. Ele levou-a até ao camarim do Max Normand. Como já sabia quem era o ladrão montou uma armadilha. Decidiu contar-lhe que o pai do Palu tinha uns papéis com umas fórmulas muito valiosas no seu quarto. À noite foram-se esconder à espera do ladrão. Algum tempo depois ele apareceu e quando entrou no quarto a polícia apanhou-o. Mesmo assim ele recusou-se a disser onde estavam os objectos roubados. Enquanto viam o fogo de artifício o Tim não parava quieto. A Zé tentou agarrá-lo mas ele subiu para cima de um bote salva-vidas. Quando a Zé o ia a agarrar reparou num estranho som que o bote fez. Olhou lá para dentro e encontrou todos os objectos dos roubos do Máscara Negra.
FIM
Nome: João Manuel Martins Cerqueira
Nº: 15
Ano\Turma: 9º4
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