segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

A esponja demoníaca

ARREPIOS
A esponja demoníaca

→ Este livro pertence à 1ªedição Scholastic 1992;

→ O autor deste livro é: R.L.STINE;






Quando a família de Caturra se muda de casa, Caturra encontra debaixo do armário do lava-loiça uma esponja, que era viva; mexia-se, respirava, tinha olhos e era quente.
Enquanto observavam a esponja, Daniel, o irmão de Caturra, pensara que a irmã o tinha empurrado e agora o mesmo tinha acontecido com o seu pai. Dois dias antes do aniversário de Caturra, Carlos um amigo de Daniel tinha espetado um prego no pé em casa de Daniel. Caturra enquanto procurava algo para estancar o sangue a Carlos viu a esponja a estremecer e a agitar-se numa atitude que parecia de satisfação, respirava tão audívelmente.
No dia seguinte Caturra decidiu levar a esponja para a escola. Enquanto caminhava a caminho da escola, um enorme ramo seco de uma árvore caiu em cima de Caturra. Quando se pôs de pé olhou para a esponja que estava a respirar tão profundo e sonoro e pulava excitadíssima.
Quando chegou à escola foi à D. Rosarinho mostrar a esponja, que não acreditou em nada do que ela lhe dissera. Logo de seguida a D. Rosarinho apertou os dedos na secretária. Caturra foi até à biblioteca onde encontrou uma enciclopédia do sobrenatural onde falava da esponja. Diz que é um grul (mítica criatura antiga), dá azar e alimenta-se dele, também diz que não pode ser destruída e jamais pode ser dada ou deitada fora. O grul só se transmite a outra pessoa por morte do proprietário anterior. Se alguém o der morrerá dentro de um dia. No dia seguinte Caturra quando tenta destruí-lo bateu com a mão na secretária, em cima do bico afiado de uma tesoura. Logo de seguida Caturra ouviu um riso seco e cruel, mais parecido com tosse, era o grul a modificar-se. Mudou de cor, para um vermelho igual ao sangue que lhe escorria pela mão abaixo.
Alguns dias depois o Carlos roubou o grul à Caturra e teve um acidente de bicicleta, a fazer corridas com outros rapazes. Nesse mesmo instante ele perdeu o grul. Caturra estava cheia de medo porque se o que o livro dizia era verdade iria morrer dentro de um
dia. Lembraram-se de ir à procura dos rapazes da corrida. E eram eles que o tinham. O grul voltou a dar azar a um dos rapazes. Finalmente Caturra conseguiu recupera-lo e foram para casa. Quando chegaram tentou destruí-lo com violência e não deu resultado, depois teve a ideia de o tentar destruir com carinhos, ser meiga para ele. E deu resultado, ele desfez-se por completo. Depois disso o Matador apareceu, o jardim voltou a ficar bonito.
Um pouco mais tarde, o Matador encontrou uma batata quente, que respirava e cheia de dentes, no mesmo sítio onde Caturra tinha encontrado o grul.


Trabalho realizado por: Sónia Cerqueira nº26 9º4

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

a predra filosofal

Autor-J.K Rowling

Titulo- Hanrry Potter e a pedra filosofal


Hanrry Potter é um rapaz cujos pais, feiticeiros, foram assassinados por um poderosíssimo bruxo quando ele ainda era um bebé. Ele foi levado, para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural. Pelo contrario. Até aos 10 anos, Hanrry era tratado como um estorvo pelos tios, herdava roupas velhas do primo gorducho, tinha óculos remendados e era o saco de pancada do primo e dos amigos.
No dia do seu aniversario de 11 anos, entretanto descobre sua verdadeira história e o seu verdadeiro destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá de enfrentar o pior força do mal, homem que assassinou os seus pais.
É levado à escola de magia e feitiçaria de Hogwarts pelo gigante Rúbeos Hangrid. Lá ele fez muitas amizades, conheceu Rom Weasley e Hermione Granger, eles tentaram desvendar os mistérios que rondam o castelo.
Ao que tudo indica Hagwarts está esconder a pedra filosofal, um artefacto de alquimina cujaqs propriedades mágicas é o elixir da vida que faz com que quem beba seja imortal, e o poder de transformar qualquer coisa em ouro. Mas o bruxo mais temido de todos os tempos, Losd valdemort, o assassino dos pais de Hanrry, está tentar rouba lá para voltar ao poder, mas para isso ele precisa de ajuda de alguém dentro de Hagwarts.
Hanrry descobre que o ajudante do Valdemort é o professos Quirell em vez de Snape3 como ele pensava.
Descobre também que a pedra filosofal está escondida num quarto no 3ºandar que está guardada põe um cão de três cabeças e que só adormece com musica
Depois de fazer isso mesmo Hanrry e os seus amigos desceram por um alçapão encontrando vários armadilhas no final delas Hanrry entra sozinho para a ultima saa encontrando o professor Quirrel.
Ele tinha duas caras pertencendo uma dela a Valdemort.
Depois de uma emocionante luta Hanrry derrota Valdemort pela seunda vez.




Maria Mota
Nº20 T 9º4

Um gato inesquecível

História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar

A história começa com um autêntico desastre. Uma gaivota chamada Kengah, ficou cheia de alcatrão, depois de tentar pescar o seu 4º arenque.
Como conseguiu escapar das marés negras, esforçou-se ao máximo para levantar voo para S. Miguel.
Como estava muito cansada, caiu numa varanda.
Lá na varanda encontrava-se um gato grande, preto, e gordo que se chamava Zorbas.
Zorbas tenta ajuda-la só que a gaivota estava demasiado fraca.
Então Zorbas foi pedir ajuda aos seus amigos, mas antes de ir buscar ajuda a gaivota pede-lhe três promessas: que não lhe coma o ovo, que cuide o ovo até nascer a cria e ensina-la a voar. Ele promete, e vai pedir ajuda enquanto a gaivota descansa.
Zorbas, correu e foi ter com o Colonello e com o seu secretário.
Zorbas contou-lhe a grande tragédia e foram ter com o Sabetudo (um gato cinzento, pequeno e magro).
Foram ter ao Bazar de Harry, que pertencia ao dono de Sabetudo, entram e encontram o Sabetudo e contam-lhe a tragedia. Então como Sabetudo, como é muito interessado em livros, tenta descobrir uma solução para a gaivota. Durante da sua pesquisa encontra uma solução para tirar nódoas de petróleo.
Os gatos, com o rabo cheio de benzina, foram ter a varanda de Zorbas, mas chegaram tarde de mais.
Ao tirar o cadáver, encontraram um pequeno ovo braço com algumas pintinhas azuis.
Como Zorbas não sabia tratar do ovo, o Sabetudo deu-lhe umas dicas. Depois o Colonello e o secretário foram com o Sabetudo saber mais informações para tratar do ovo.
Todos os dias, os amigos de Zorbas iam o visitar para examinar o ovo, Zorbas mal saia da beira do ovo, só o deixava quando ia comer ou visitar o caixote.
No 20º dia, a cria nasceu. Quando a gaivotinha partiu a casca, viu o Zorbas e passou a chamá-lo mamã.
Nos primeiros dias do nascimento a gaivotinha era quase comida por dois gatos malvados e atacada por uma ratazana.
Com estas tragédias, os gatos reuniram-se para decidirem um lugar mais seguro para a gaivotinha e escolheram o Bazar do Harry.
Como ainda não sabiam qual era o sexo da gaivotinha pediram ajuda a um gato chamado Barlavento.
Barlavento foi ter com eles ao bazar do Harry e descobriram que a gaivotinha era uma fêmea.
O Colonello tive a ideia de a chamar ditosa e assim ficou.
A Ditosa cresceu bastante e os gatos decidiram que estava na altura de ela aprender a voar, só que ela não queria porque tinha medo e achava que era um gato.
Um dia, Matias viu a Ditosa sozinha no Bazar e disse-lhe que era uma gaivota e que mais tarde os gatos iam comê-la, Ditosa acreditou e afastou-se dos gatos.
Zorbas reparou no comportamento da Ditosa e descobriu o que Matias lhe tinha dito. Zorbas disse que o Matias tinha um bocado de razão: ela era uma gaivota mas nunca iriam a comer.
As lições de voo começaram, só que depois de 17 tentativas não conseguiu nenhum resultado, Zorbas só viu uma solução: pedir ajuda ao um humano.
Fizeras uma lista de humanos que podiam ajudar, mas nenhum era especialista em voos.
Zorbas lembrou-se que se tinha esquecido de um humano, era dono de uma gata chamada Bubulina.
Por isso, Zorbas foi ter com a Bubulina ao terraço da casa do dono dela, contou-lhe que precisava ajuda do dono dela.
Zorbas entrou e começou a falar para o humano, o humano ficou espantado, nunca tinha visto um gato a falar.
Zorbas pergunta-lhe se pode ajudar a gaivota, no princípio ficou indeciso mas depois aceitou.
Numa noite, foram procurar um sítio para que ditosa pudesse voar.
Primeiro foram para o bazar do Harry, só que Matias não deixava entrar, por isso foram para o Campanário de S. Miguel, só que desta vez, na 1ª tentativa consegiu.


Nome: Catarina Alves
Número: 5









Queimada viva

Titulo: Queimada viva
Autor: Souad
Edição: 12ª edição

Souad é uma mulher nascida no Cisjordânia que no livro “Queimada Viva” conta a história da sua vida até aos 30 anos. Ela nasceu numa aldeia interior do seu pais onde a cultura predominante humilha as mulheres, usadas apenas como um “instrumento” para ter filhos e arrumar a casa. Durante a sua infância ela e as suas irmãs foram maltratadas, e nunca foram autorizadas a fazer nada do que queriam pelo pai, enquanto o seu irmão vivia como um rei: saia quando queria e nunca foi obrigado a trabalhar. Mesmo assim Souad gostava muito do seu irmão.
Durante o livro, Souad, conta muitos episódios marcantes da sua infância, como por exemplo: quando por apanhar um tomate verde na horta, o pai a arrastou pelos cabelos até um dos quartos da casa, lhe bateu e a deixou durante um longo período de tempo voltada para a parede e com um saco na cabeça; quando às escondidas assistiu a um parto da sua mãe e o recém nascido, por ser rapariga, foi sufocado pela sua própria mãe, ficando deste modo a saber o que tinha a sua mãe feito a outros bebés que Souad nunca tinha conhecido e não fazia ideia de onde eles estariam; como era obrigada a fazer todos os trabalhos domésticos e do campo, sem descanso e sem margem para erro, pois se isso acontece seu pai lhe batia até sangrar; como invejava as raparigas da cidade, que Souad observava quando até lá ia com o seu pai, por estas puderem usar roupas coloridas nas quais mostravam as suas pernas, os braços…enquanto ela nem os cabelos podia mostrar, apenas os olhos e estes nunca poderiam olhar frontalmente um homem.
Por causa de tudo isto o maior desejo de Souad era sair da casa dos seus pais. O único modo de isso acontecer era o casamento. Mas para que isso acontecesse era necessário que algum homem falasse com o seu pai, se mostrasse interessado em Souad e oferecesse aos seus pais ouro e, o mais importante, que as suas irmãs mais velhas estivessem todas casadas o que não correspondia á realidade uma vez que Souad tinha uma irmã mais velha ainda solteira.
Souad assistiu ao casamento de uma das suas irmãs: esta só conheceu o seu marido no dia do casamento e depois da cerimonia os convidados do casamento foram para janela da casa onde os noivos iriam morar e esperaram que o noivo mostrasse o lençol á janela do seu quarto com sangue para provar que a sua mulher era virgem.
Por volta dos 15 anos Souad começou a reparar num rapaz que morava no outro lado da rua, quase em frente a sua casa. Apaixonou se por ele. Um dia, ao ir por as ovelhas no campo, passou por ele e olhou-o directamente, mesmo sabendo que não o podia fazer. Apercebendo-se do que passava, algum tempo depois esse rapaz foi ter com ela. Os primeiros encontros foram rápidos porque Souad não queria ser apanhada pelo pai e porque não queria que o rapaz pensasse que ela não era séria. Mas um dia o rapaz pus a mão na perna de Souad e esta afastou-a. Ele disse-lhe que ela não o amava e Souad com medo de o perder deixou-o voltar a colocar mão e ele, aproveitando-se da sua fragilidade, tirou-lhe a virgindade. Pouco tempo depois o pior aconteceu: as regras não apareceram e Souad desconfiou que estivesse grávida. Foi falar com o rapaz mas este mentiu-lhe: disse-lhe que iria falar com os seus pais mas nunca o fez e fugiu. Com medo do seu pai, Souad atirou-se contra muros, bateu com pedras na barriga para que as regras aparecessem mas isso não aconteceu. Quando seu pai começou a desconfiar Souad cortou-se e fingiu que aquele sangue era do seu período. Mas isso não resultou por muito mais tempo: o seu pai começou a ter a certeza que Souad estava grávida e isso seria uma grande vergonha para a família e preferia ver a sua filha morta á desonra da sua família. Souad ouviu seu pai a falar com o marido da sua irmã e apercebeu-se que estavam a combinar como executa-la. Ela ficou assustada mas tinha esperança que tivesse percebido mal. Mas no dia seguinte os pais saíram e levaram a sua irmã. Souad ficou sozinha. Quando viu o seu cunhado entrar e sorrir-lhe maldosamente Souad baixou a cabeça com vergonha pois ele sabia a sua situação. De repente sentiu algo frio a correr-lhe pelas costas e segundos depois muito quente. Estava a arder. Por ordem do seu pai, o seu cunhado ateou-lhe fogo. Souad começou a correr e a gritar, saltou os muros da sua casa e umas mulheres que a viram na rua, com pena atiraram-na para um lago. Quando acordou Souad estava no hospital. Tinha o queixo colado ao peito. A sua mãe foi ao hospital mas não para a conformar: foi lhe oferecer um copo com veneno dizendo-lhe que era o melhor que esta tinha a fazer. Um dia Souad sentiu como que uma facada na barriga: o seu filho nasceu. No entanto levaram-no logo e ela não o viu. No hospital tratavam-na mal pois sabiam da sua situação. Mas felizmente uma mulher chamada Jackline, ao saber da sua situação quis ajudá-la. Dizendo aos seus pais que ia levar Souad para longe, de modo a que estes não passassem mais vergonha, pois esta era a única maneira de os convencer a autorizar que Souad saísse do país, e depois de procurar o filho dela levou-os para a Suiça. Fizeram-lhe operações plásticas e Souad ficou com a face como anteriormente embora o resto do corpo se mantivesse igual. O início foi difícil porque a cultura era muito diferente da sua terra. Começou a trabalhar na casa de um casal que ajudava crianças. Souad tinha apenas 16 anos. Como se sentia incapaz de criar o seu filho, Souad deixou que o casal a adoptasse e saiu daquela casa para conseguir reconstruir a sua vida. Aprendeu a trabalhar com computadores e conseguiu um emprego fixo. Um dia reparou num homem que vivia também do outro lado da rua mas tinha medo de ser rejeitada pois as suas queimaduras eram perturbantes. Mas conheceu-o e contou-lhe toda a sua história. Ele chamava-se António. Passado algum tempo casaram-se. Souad vivia sempre com medo que ele a deixasse de amar e a abandona-se como já lhe tinham feito. Passaram-se alguns anos. Souad teve duas filhas mas nunca mais falou com o seu filho. Quando achou ser altura certa contou-lhes a sua história. Elas ficaram revoltadas com quem tinha feito mal á sua mãe. Um dia achou que devia ter coragem de conhecer o seu filho mas este antecipou-se e telefonou-lhe e marcaram um encontro no dia seguinte. Souad contou-lhe toda a sua história. O filho ficou também revoltado e perdoou a sua mãe por esta não ter ficado com ele.


Trabalho realizado por:
Pedro Martins Nº: 23 T: 9º4

uma peça inesquecivel

Bando dos quatro
Maldição no teatro

Em vila Rica existe um velho teatro que este há muito tempo fechado e por isso estava muito estragado. O teatro estava fechado porque dizia-se que estava amaldiçoado e acontecia sempre algum quando se representava uma peça.
Mas o tio João e o pai do Frederico decidiram restaura-lo e abri-lo só que vão acontecendo vários azares. Quando o teatro estava oficialmente aberto forma-se fazendo peças de teatro e muitos azares ao mesmo tempo, caíam holofotes em palco…Desconfiavam no Tónico que quando se realizava uma peça em que todas as personagens tinham de beber chá, era o Tónico que tratava disso e a Catarina não o deixou levar o chá porque achava-o suspeito mas ele levou na mesma, mas quando iam começar a beber o Carlos entra na peça e diz para não beberem porque tinha descoberto que o chá tinha veneno. E era verdade foi detectado um veneno que era mortífero.
O Tónico tinha desaparecido, ninguém sabia dele ate que o Carlos lembrou-se de irem ver na cave mas não estava lá ninguém, mas o Carlos tocou numa parede de tijolo que se abria e dava a uma grande sala que era um estúdio de gravação e estava tudo explicado o Tónico utilizava aquele teatro para fazer pirataria de CD’S e DVD’S e como é ilegal e ninguém podia descobrir, tentava afastar toda a gente do teatro causando aqueles azares todos fazendo pensar que estava amaldiçoado. Mas tudo acabou bem e Tónico acabou por ser preso e o teatro voltou a funcionar sem azares.


Nome: Eva Sendão
Número:8
Turma:9º4

O achado

Autor: João Aguiar
Edição: 1ª edição


Bando dos quatro
A estrela de doze pontas


Começaram as férias de Verão e o tio João veio para Vila Rica. Uns familiares do Carlos vieram passar férias a sua casa e ele teve que ir passar umas noites a casa do seu tio João, e numa dessas noites o Carlos faz um curioso achado na mata.
E nos dias seguintes começaram a acontecer coisas estranhas, a biblioteca e um velho solar são assaltados, apareceram vultos durante as noites e até se falava de um tesouro escondido.
Durante as férias o Frederico e o Carlos conhecem a Catarina e formam um grupo e decidem investigar sobre o que se andava a passar em Vila Rica. Decidem ir numa noite à mata ver se encontravam os tais vultos enquanto que o Álvaro os encobria dizendo aos pais que eles tinham ido a uma festa. Nessa mesma noite eles foram vistos por uns homens e eles metera-os dentro de um poço. Os homens faziam parte de um grupo onde o chefe era o Sr. Coelho que tinha ouvido uma conversa na esplanada entre o Carlos e o Frederico que estavam a falar sobre o achado que era uma estrela com doze pontas, o tesouro de São Múnio, e foi aí que o Carlos percebeu que tinha sido o Sr. Coelho que assaltou a casa do tio João roubando-lhe a estrela. O Álvaro não resistiu e foi à mata ter com eles e encontrou-os dentro do poço e atirou uma corda e tirou primeiro o Carlos e foram os dois a correr contar tudo ao tio João e chamaram a polícia.
Chegaram à mata e tiraram o Frederico e a Catarina do poço e prenderam o Sr. Coelho depois dos seus empregados terem confessado dizendo que tinha sido ele quem roubou a estrela de doze pontas ao tio João.
Foram presos e foi devolvida a estrela ao tio e no dia seguinte foram todos à capela que havia no solar, e assim descobriram o tesouro de São Múnio.





Trabalho realizado por:
Luísa Cerqueira Araújo nº19 9º4

Mistério

Uma aventura no labirinto misterioso

Irei mostrar um pequeno resumo de três capítulos que eu achei que teve piada e mais interessante e uma das maiores aventuras desta história.

À noite na quinta da Condensa, o Chico, o Pedro e o João e as gémeas, visto que a cozinheira já tinha ido embora e só a condensa estava, decidiram procurar uma das passagens secretas, onde uma das partes da casa no qual já tinham passado e ouvido um barulho como “tzincs” e “affs”.
Quando viram um ginásio moderníssimo, chegaram a uma conclusão que os tais barulhos eram a condensa a praticar desporto.
Depois de terem fechado a porta e irem-se embora foram para o seguinte andar.
No escritório, descobriram que a condensa era o Félix Donald (escritor). Seguindo para outra parte da casa, foram dar a um quarto de criança todo velho, até que quando olharam para o tecto repararam numa tira madeira pintada com figuras de um sol e de uma lua. Rapidamente começaram a juntar móveis em cima de móveis para que chegassem até ao tecto.
As gémeas ficaram à espera dos rapazes e eles foram para cima, onde passaram por uma escada de caracol que os conduziu a uma enorme sala subterrânea em pedra. Lá viram símbolos da irmandade, em que a princesa com cara de lua e o cavaleiro com cara de sol. Até que concluíram que esse era o esconderijo do avô Milreu, onde guardava os seus papéis antigos e os enigmas.
A certa altura Chico sentiu um pingo na testa e repararam que estavam debaixo do jardim, lá dentro descobriram um tesouro tapado por um pano.
Os rapazes continuavam pasmados com as fantásticas descobertas na sala subterrânea. Tocando numa armadura, fez com que a placa que tinha asa figuras do cavaleiro e a princesa começou a deslizar.
De repente ouviram um barulho como”Á…á…áuuu!”. O susto do Pedro contagiou-os, talvez por estarem debaixo da terra, tudo o que lhes parecia fantasia já lhes parecia possível.
Na volta, os corredores por dentro da parede a certa altura parou.
De seguidamente ficaram em pânico porque as passagens é que eram o labirinto misterioso.
A certa altura as gémeas tentavam comunicar com eles através de falas e dando indicações. Elas enquanto davam-nas a eles viram aproximar três figuras vestidas de branco.
Os rapazes tentavam perceber o que os tais homens estavam a dizer e entenderam que falavam sobre “armadura”. Eles quando chegaram perto das gémeas viram os tais homens ou mulheres.
Pedro exclamou que era o “Esgrima”. Os “affs” e os “dzings”…eram dois tipos a jogar à espada.
Começaram à estalada às gémeas, assim como todos. Mas João através de uma sua estratégia conseguiu derrubar outro, tirando-lhe a máscara e vendo que era a Núria. Os rapazes tiraram uma conclusão, a Núria (cozinheira) e o jardineiro faziam parte do “gang”.
Quando a condensa chegou onde a eles ficou entusiasmada por ver a Núria envolvida em assaltos.
No dia seguinte, a Núria estava a cozinhar e ninguém teve coragem de não a perdoar.
Soraia Barbosa 9º4 nº27 49ª Edição

Harry Potter e o Príncipe Misterioso

Título: Harry Potter e o Príncipe Misterioso
Autora: Joanne Kathleen Rowling (J. K. Rowling)
Edição: 1.ª edição, Lisboa, Outubro, 2005



Era o início do sexto ano de Harry Potter na escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts e Harry achava que Malfoy um dos seus maiores inimigos andava ligado à marca negra dos Devoradores da Morte, que era o exército do Senhor das Trevas Lord Voldemort. Deste modo, Harry resolveu vigiar Malfoy mais de perto usando o seu manto de invisibilidade para não ser visto.
Harry contou a Ron e Hermione as suas suspeitas, mas eles disseram-lhe para deixar o Malfoy em paz.
Dumbledore disse a Harry que naquele ano iria ter aulas particulares com ele e que lhe iria enviar os dias e as horas escritas num papel que lhe seriam entregues por alguns alunos, para ninguém saber do que se tratava.
Na primeira aula de poções, Harry descobriu que o professor já não era o Snape mas o professor Slughorn e que Snape era agora professor de Defesa Contra a Magia Negra. Nessa aula Harry pediu um livro e material emprestado, o professor foi ao armário e procurou um exemplar do livro e o material entregando-o a Harry. Posteriormente fez questões sobre algumas poções que se encontravam nos diversos caldeirões, às quais Hermione respondeu correctamente.
Seguidamente, o professor disse que quem fizesse a Poção dos Mortos mais perfeita receberia um frasco de Felix Felicis que era uma poção que dava sorte. Então Harry começou a ver no livro como se fazia a poção e reparou que o dono do livro tinha riscado algumas palavras e substituído por outras e Harry arriscou fazer a poção como estava lá anutado. Duas horas depois o professor foi ver qual era a poção mais perfeita e quando chegou à beira de Harry ficou espantado com o excelente resultado da poção de Harry. No fim da aula este recebeu o frasquinho de Felix Felicis e quando Harry ia guardar o livro reparou no nome do dono que era Príncipe Meio Sangue.
No treino antes do primeiro jogo de Quidditch Ron estava muito nervoso e deixava entrar quase todos os pontos. No dia do jogo Harry tive a ideia de fazer com que Ron pensasse que tinha bebido a poção Felix Felicis para lhe dar auto confiança e durante o jogo, Ron defendeu praticamente todas as blugers rematadas pela equipa dos Slytherin e assim os Gryffindor venceram o jogo.
Nas aulas com Dumbledore, Harry descobriu o passado de Lord Voldemort e Dumbledore contou-lhe que Voldemort criou uns Horcruxes que eram diversos objectos que cada um continha uma parte da alma de Voldemort. Também lhe disse que o próprio Harry já destruiu um que era o Diário de Tom Riddle que Harry tinha destruído no segundo ano e disse-lhe que ele próprio também já tinha um que era o anel que pertencia ao avô de Voldemort. Dumbledore referiu ainda que talvez o medalhão dos Slytherin, a taça da Hufflepuff, algo relacionado com os Ravenclaw e a serpente Nagini, pudessem ser os Horcruxes que faltam. Por fim Dumbledore convidou Harry a ir com ele a uma gruta pois achava que lá devia estar um Horcrux.
No dia em que foram à gruta Dumbledore bebeu um líquido que havia num recipiente no centro da gruta, pois só depois de beber tudo é que o Horcrux aparecia dentro do recipiente, mas o Horcrux era falso e o líquido que Dumbledore bebeu era uma espécie de veneno.
Ao voltarem para a escola eles depararam-se com a marca negra dos Devoradores da Morte. Quando pousaram nos terrenos Harry meteu o Manto de Invisibilidade e dirigiu-se para a entrada onde se ouviram passos, a porta abriu-se no momento em que Dumbledore lançou um feitiço imobilizador a Harry que viu Malfoy a sair pela porta principal com a varinha apontada a Dumbledore, dizendo-lhe que os Devoradores da Morte e o Lord Voldemort tinham ganho.
Dumbledore perguntou-lhe como é que eles tinham conseguido entrar no castelo, uma vez que ele tinha metido uma parede de feitiços à volta do castelo e Malfoy respondeu-lhe que arranjou o armário de Desaparição e que fez a transmissão através de outro colocado na loja Borgin e Burkes da rua Bativolta e assim faziam o transporte de um lado para o outro. Depois dessa conversa apareceram os outros Devoradores da Morte juntamente com Snape que apontou a varinha a Dumbledore e pronunciou o feitiço Avada Kedavra, matando-o assim.
Depois de Dumbledore ter morrido, Harry já se conseguia mexer e começou a seguir Snape que começara a fugir juntamente com os Devoradores da Morte. Harry começou a lançar feitiços que Snape interceptava, até que por fim, Harry lembrou-se de usar um feitiço que estava anotado pelo Príncipe Meio Sangue no livro de poções, que dizia que era para usar para inimigos, mas Snape também o interceptou dizendo que Harry não devia lançar feitiços contra o próprio criador. Deste modo Harry percebeu que o Príncipe Meio Sangue que lhe tinha ajudado muito durante as aulas de poções era afinal o professor que ele mais detestava na escola. Depois Snape lançou um feitiço que atingiu Harry e lhe deu tempo para fugir.
No final do funeral de Dumbledore, Harry disse a Ron e Hermione que no ano seguinte não voltaria para o último ano de escolaridade na escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, mas que em vez disso iria procurar os Hocruxes de Voldemort e destruí-los para no fim matar Voldemort definitivamente. Ron e Hermione disseram que iriam com ele e que todos juntos derrotariam o mal.


Resumo realizado por:
Pedro Carvalhosa N: 24 T: 9º4

Shreck o terceiro (a história do filme)

SHRECK O TERCEIRO (a história do filme)
Adaptado por: Kathleem Weidner Zoehfeld
Editora: Everest


Este foi um dos livros que gostei muito de ler pelo facto de ser muito divertido, e à medida que vamos lendo apetece continuar a ler ainda mais. Não é muito indicado para a minha idade mas apesar disso despertou interesse em mim, pois é um livro chamativo à leitura!
Uma das partes do livro que eu quero citar é: “ (…) Entretanto, Shreck e Fiona estavam com problemas em se adaptarem às rotinas reais. (…) O primeiro momento do programa era uma cerimónia de armar cavaleiros. (…) O jovem soldado que ia ser armado cavaleiro, nervoso, viu Shreck a aproximar-se. Não era bem aquele Rei que ele esperava! (…) Shreck praticou: um toque aqui, outro ali. Shreck olhou para o Gato das Botas, por cima do ombro, para garantir que estava a fazer as coisas bem quando, de repente…cortou o cavaleiro, sem querer! (…) Depois de encontrar ajuda para o pobre soldado, foi a vez de assistirão baptismo de um novo navio de guerra da Marinha Real. (…) O almirante entregou a Shreck a garrafa de champanhe para o baptismo. Ele apoiou-se contra o navio por um só instante e o navio… lançou-se à água e começou a navegar! Ansioso por mandar com a garrafa contra o casco, como era costume no Reino Longínquo, Shreck lançou-a com o seu poderoso braço de ogre. A garrafa abriu um buraco num dos lados do navio e afundou-o como uma pedra! (…) Por último, o baile real estava programado para essa noite (…) Roupa cheia de estilo. Meias e sapatos apertados. Golas e corpetes e remates e cintos…
(…) – Ai, tenho muita comichão no rabo e não me mexo com este smoking! – gemeu Shreck.(…) Pediu a Fiddlesworth que lhe coçasse o traseiro com o ceptro.
Naquele instante, o pano começou a levantar e o Mestre-de-cerimónias anunciou:
- Senhoras e senhores, em representação do Rei e da Rainha do Reino Longínquo… a Princesa Fiona e Sir Shreck!
O público começou a aplaudir. Mas os aplausos foram desaparecendo quando, um a um, se iam apercebendo de que Fiddlesworth estava a coçar o traseiro de Shreck! (…)”. Bárbara Martins 9º4 nº3

A poção mágica

Resumo de Uma aventura no comboio de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada


A Teresa, a Luísa, o Pedro, o João e o Chico estavam a tirar um curso de socorristas, eles iam para o Porto e estavam na estação de comboio, quando, depararam com uma escritora famosa, a Dora Long, que viajou com eles no comboio, lá dentro, a Dora e o grupo foram ao Bar, e o comboio passou dentro de um túnel e alguém aproveitou para lhe roubar uma carta antiga que era da sua tia Umblina que já tinha morrido à muitos anos.
Dali a umas horas eles chegaram ao Porto, e ao sair do comboio, Dora despediu-se deles e disse-lhes que ia ficar a morar numa casa chamada casa chinesa. O grupo foi com os monitores para o acampamento e pelo caminho eles falaram sobre o estranho desaparecimento da carta.
No dia seguinte, o grupo telefonou a Dora para ver se ela se tinha lembrado do que tinha escrito na carta, mas, ela quando atendeu o telemóvel pediu socorro e desligou, os cinco amigos foram à casa dela e quando chegaram o Chico foi bater à porta enquanto os outros espreitavam por fora do portão. Quem o atendeu foi uma mulher que se chamava Lombarda e o Chico perguntou pela Dora e ela mentindo disse que não conhecia nenhuma Dora e que as únicas pessoas que lá viviam era ela e o marido, o rapaz foi ter com os amigos e contou-lhes o que ela lhe disse, então os rapazes resolveram ir lá todos e entrar para encontrar a Dora e as gémeas ficaram lá fora a ver quando o marido de Lombarda chegava porque tinha saído no momento em que eles tinham chegado, os rapazes bateram à porta e ela abriu, eles disseram que sabiam que Dora estava ali e iam encontra-la mas Lombarda tentou impedi-los com uma arma, mas, eles conseguiram tirá-la e prender a mulher, eles foram procurar a Dora e encontraram-na já quase sem ar, levaram-na e perguntaram-lhe o que tinha acontecido, ao que ela disse, que aqueles eram os ladrões da carta e queriam saber o que ela dizia porque não se compreendia nada.
Eles, saíram da casa com Dora e foram ter com o seu primo e eles descobriram que o que tinha na carta era a receita de uma poção invisível e tinham que descobrir os ingredientes dela o mais rápido possível.
O grupo, o Saul e a Dora foram procurar numa caverna, onde o avô Leopoldo já tinha levado Saul quando era pequeno e lá, encontraram a poção magica que era um frasco com restos de líquido acastanhado e espesso e ao lado disso tinha um pequeno saco com ouro em pó que foi distribuído por todos.
As gémeas que não tinham entrado na gruta, viram que tinha chegado alguém e viraram-se e viram que era a lombarda e o Acácio e eles tentaram prendê-las e entrar na caverna, só que os outros saíram nesse instante e eles os dois viram-nos e atacaram-nos só que Saul como tinha a poção bebeu-a e atacou-os e eles acabaram por fugir mas como Saul tinha fama de lobisomem e estava escuro não se sabia se a poção funcionou ou não…
No dia seguinte, a Teresa, a Luísa, o Pedro, o João e o Chico, regressaram a casa.




Trabalho realizado por: Flávia Castro 9º4

Uma aventura entre Douro e Minho

Uma aventura entre Douro e Minho
Autores: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações: Arlindo Fagundes
9ª Edição
Esta aventura é constituída por um grupo de cinco amigos que fazem uma viagem entre o Douro e o Minho.
Enquanto fazem a viagem eles aproveitam para conhecer as terras por onde vão passando.
Enquanto isso os jovens ficaram a saber que três criminosos assaltam palácios e igrejas de uma forma misteriosa.
A polícia começa com as investigações mas não consegue descobrir nada e pede a colaboração de alguém que os possa ter visto.
Durante a visita que eles fizeram ao Castelo de Guimarães tentaram descobrir alguma coisa mas o guia desconfiou tanto interesse deles que chamou a polícia e assim os cinco amigos ficaram a ser suspeitos.
Eles durante a visita repararam que estavam lá três empregados de limpeza muito estranhos, desastrados e suspeitos que estavam sempre a olhar para a tapeçaria.
Preocupados com o facto de serem suspeitos contactam o jornal de Braga conseguindo ser apoiados por Jaime que era jornalista da redacção.
Entretanto acontece outro roubo desta vez na igreja de Rates. Eles investigam os roubos tentando ver as coisas que eles todos têm em comum.
João um dia por acaso escuta os bandidos a falar sobre um próximo assalto mas eles dão-lhe uma tareia.
Os indícios indicavam que o próximo assalto vai ser a sé de Braga mas eles chegam lá tarde de mais.
Num curto espaço de tempo os ladrões fazem uma série de assaltos.
Os amigos tentam se infiltrar no grupo de detectives para saber nova informação que lhes permita apanhar os ladrões.
O pior é quando os raptores raptam Luísa.
Num dos seus passeios foram à Ilha dos Amores onde encontram uma cruz que pertence à Sé de Braga e que os leva a pensar que estão perto de salvar a sua amiga e apanhar os raptores.
E assim é, eles resgatam a Luísa e conseguem com a ajuda de uns escuteiros espanhóis apanhar os bandidos.

Fim
Trabalho realizado por: Luís Filipe nº18 9º4

Os Dragões

Autor – A. J Lake
Titulo – O regresso dos dragões
Subtítulo – começa a idade das trevas



Gostei deste livro porque a historia que conta é muito interessante, a historia que é contada é de um menino chamado Edmund que era príncipe que ia viajar para saber noticias do seu pai.
Edmundo quando estava preste a partir sua mãe diz-lhe para não dizer seu nome verdadeiro para que ninguém se apoderasse dele.
No navio havia uma menina chamada Elspeth que era filha do capitão.
Ele embarca no cais de Denoviomagus em direcção a Gália no navio chamado Spearwa.
Durante a viajem ate a Gália houve uma tempestade onde o navio afunda-se.
Durante esta tempestade as duas crianças pareciam ter visto um dragão mas com tanta atrapalhação não perceberam se era realidade, elas foram os únicos sobreviventes deste naufrágio.
Chegaram a terra em cima de um baú misterioso nesse baú reside um grande mistério: uma espada de cristal, forjada no principio dos tempos, com o objectivo de derrotar deuses temíveis e dragões.
Na terra onde desembarcaram tinha uma gruta onde vivia um homem chamado Aagard, que ajudou-os dando um abrigo e comida.
Enquanto estavam conversando Elspeth abriu o baú onde se encontrava a espada, a espada era transparente só se via se tocassem nela caso isso acontece-se quem lhe toca-se ficava sem com ela caso fosse preciso usa-la ela aparecia na sua mão.
Fui desde ai que começa a aventura.
Edmund tinha visões onde aconteciam o mal em terras onde passavam. E sempre foram vencendo todo este mal com ajuda da espada que Elspeth possuía.
Ate que eles chegaram a Gália e encontraram o rei o pai de Edmund mas tiveram que enfrentar o maldoso dragão do gelo com ajuda do seu guardião que era Aagard, onde não o conseguiram vencer.
Aagard sempre os tentou proteger mas sem eles saberem que era ele o guardião.
Esse dragão deixou a promessa se voltar e que não acabou mas mal tinha começado.
As crianças e o rei voltaram para Denoviomagus tranquilizado a rainha.





Maria Mota
Nº20 T 9º4

O homem que matava Baby-sitters

O homem que matava
Baby-sitters



Autor: R.L.STINE
Nome: O homem matava baby-sitters
Edição: 1ª edição



Na minha opinião os livros deste autor são muito interessantes, envolvem aventuras e muitos mistérios. Neste caso o livro fala-nos de uma menina que procurava emprego, e que encontrou um anúncio para ser baby-sitter.
No seu primeiro dia Joana foi conhecer os patrões e a criança de que ia tomar conta. O seu trabalho era só as quintas e sábados a noite, pois os seus patrões nesses dias iam passear, e ter com os amigos não podiam levar a criança, o Francisco.
Nessa noite tudo correu bem e ela saiu de casa dos patrões satisfeita, mas nas noites seguintes começou a ficar assustada pois aquela casa era sombria e muito assustadora. Os patrões tinham-se mudado a pouco tempo e a casa estava em obras com muitas teias de aranha e muita desarrumação. Ao longo dos dias que ia trabalhar cada vez ficava mais assustada, pois cada vez mais ouvia ruídos estranhos e recebia telefonemas anónimos, e depois de tudo que tinha ouvido falar das mortes a baby-sitters ficava em pânico com qualquer barulho que ouvisse. Ate que um dia levou o namorado lá para a casa dos patrões mas distraiu-se com o tempo e os patrões apanharam-os juntos. Como o patrão a tinha proibido de levar alguém lá para casa, ficou xateado e muito nervoso com ela. Ela sem saber mais o que fazer resolveu ir buscar o casaco, lá cima ao armário.
Foi busca-lo, mas sem querer deitou uma caixa ao chão onde continha vários recortes sobre as mortes que tinha havido nas noites passadas. Mas o patrão apareceu com cara de mau para a levar a casa, ela isitou mas não valia pois ele estava mesmo decidido. Ela com muito medo foi com ele, mas o patrão não a levou para casa levou-a para um sítio deserto, com intensao de a matar. Mas os policias já desconfiavam que o patrão era o autor de todas as mortes que tinta havido anteriormente seguiram-os e conseguiram salvar a Joana. Mas como tudo aconteceu de repente o patrão ficou baralhado o acabou por cair ele no fundo buraco para onde tinha atirado todas as outras baby-sitters.
Depois de tudo isto Joana regressou a casa acompanhada com o polícia, muito mais aliviada e feliz.



Trabalho realizado por:
Carla Costa 9º4

Resumo de um livrinho

Título: Os Cinco Contra o Máscara Negra
Autora: Enid Blyton

Tudo começa quando os Cinco estão em casa dos pais da Zé e, de repente ela entra e pergunta: «Adivinhem onde vamos passar as férias?» (linhas 1\2 da pág.5). Os primos olham todos uns para os outros e finalmente olham para a Zé há espera da resposta: «Vamos num cruzeiro pelo Mediterrâneo e o professor Lagarde também» (linhas 25\26 da pág.6). Os primos que ficariam na casa dos pais da Zé todo o verão ficaram espantados. Para além de irem num Cruzeiro ainda iam rever um velho amigo, o Palu, que era filho do professor Lagarde. Iam partir no dia seguinte e já planeavam o que iriam fazer no cruzeiro. Partiriam de Marselha e os destinos iam sendo revelados ao longo da viagem. Antes de partirem decidiram ir visitar o Palu e contar os planos ao amigo. De repente o Palu lembrou-se de uma notícia: «Vocês ouviram a rádio? O Máscara Negra continua a roubar.» (linhas 17\18\19 da pág.12).
A Ana não sabia quem ele era e então o Júlio explicou que era um ladrão Internacional que trabalha sozinho e que ninguém sabia a sua verdadeira identidade. Depois disso ainda ficaram a falar do Máscara Negra. No dia seguinte, quando já estavam no cruzeiro conheceram um homem que lhes disse quem eram as pessoas que iriam ver no cruzeiro. Era Max Normand, um famoso ilusionista que iria fazer uns espectáculos a bordo. Depois disso foram para a piscina e ouviram um senhor de idade dizer que o Máscara Negra estava no cruzeiro.
A Zé começou a pensar que poderia apanhá-lo no cruzeiro mas de repente ouviu-se uma voz: «É o comandante que vos fala!... O navio só começou a viagem depois dum inquérito feito pela polícia: o Máscara Negra não está a bordo. Trata-se duma brincadeira de mau gosto…» (linhas 13\21 da pág.32). Mas a Zé não ficou convencida. Poucos dias depois pararam em Ibiza e foi então que ouve um assalto. Uma chinesa chamada Menina Ping tinha perdido o seu alfinete de peito. Começaram todos à procura mas em vão. «Você não o perdeu, foi roubada pelo Máscara Negra» (linhas 15\16 da pág.48) disse uma senhora chamada Hortense Ritcher. Quando voltaram ao cruzeiro a Zé não deixava de pensar que a Hortense Ritcher podia ter razão. No dia seguinte enquanto todos estavam a jantar uma senhora aparece aos gritos a disser que lhe roubaram um colar. Agora sabiam que o ladrão estava a bordo.
O comandante chamou a polícia para um inquérito e para revistar o navio mas não o encontraram. Uns dias o Máscara Negra não atacava mas assim que desciam a terra ele atacava e a polícia não descobria nada. Quando a viagem estava no fim, num dia em que a Zé e os primos foram a terra, decidiram deixar o Tim a bordo. Quando voltou o Tim tinha um colar roubado na boca e ela pediu para indicar onde o tinha encontrado. Ele levou-a até ao camarim do Max Normand. Como já sabia quem era o ladrão montou uma armadilha. Decidiu contar-lhe que o pai do Palu tinha uns papéis com umas fórmulas muito valiosas no seu quarto. À noite foram-se esconder à espera do ladrão. Algum tempo depois ele apareceu e quando entrou no quarto a polícia apanhou-o. Mesmo assim ele recusou-se a disser onde estavam os objectos roubados. Enquanto viam o fogo de artifício o Tim não parava quieto. A Zé tentou agarrá-lo mas ele subiu para cima de um bote salva-vidas. Quando a Zé o ia a agarrar reparou num estranho som que o bote fez. Olhou lá para dentro e encontrou todos os objectos dos roubos do Máscara Negra.

FIM


Nome: João Manuel Martins Cerqueira
Nº: 15
Ano\Turma: 9º4
Nome: Uma aventura no estádio
Autores: Ana Magalhães e Isabel Alçada
Edição: 7ª

Eu achei este livro muito interessante porque tem acção. Este é um bocado do resumo:

Era feriado e as gémeas Teresa e Luísa estavam em casa chateadas e sem nada para fazer porque o Chico tinha-se inscrito em muitas modalidades desportivas, o Pedro não fazia outra coisa se não estudar e o João andava sempre atrás do Chico. Então, resolverão ligar a televisão mas estava a dar um programa sobre desporto e elas estavam fartas de ouvir falar em desporto, então, tiraram o som.
Passado um bocado a Luísa resolveu ir passear o cão mas a Teresa não queria ir, portanto, a Luísa, foi sozinha. A Teresa ficou a lamentar-se por estar sozinha mas de repente olhou para a televisão e lá estava o seu colega Chico a responder ao questionário do repórter sobre a preparação de um jogo de voleibol. Ela pegou no comando e pôs o som mais alto, o Chico estava a dizer que agora tem treinado todos os dias porque está a preparar-se para um campeonato.
Ela ligou para a casa do Chico e ficou a falar com a mãe dele sobre o “ Chico feito vedeta”.
Na escola não se falava noutra coisa se não no Chico e na sua equipa até chegaram-lhe a pedir autógrafos.
No sábado, enquanto os amigos praticavam desporto as gémeas tiveram de acompanhar a mãe a uma festa de anos. A Teresa e a Luísa detestaram a ideia mas a mãe obrigo-as a ir, porque o aniversariante era brasileiro e não tinha muitos amigos.
Alguns dias depois no estádio o Pedro estava à espera do Chico para irem ao treino de voleibol, sim o Pedro também se inscreveu no volei, mas estava frio e o Pedro resolveu entrar sem ele. Embora seguisse sempre a mesma direcção porque já se fazia tarde estava cansado e vagamente perdido.
Passado um bocado deu com uma torneira estragada de onde saía muita água, inundando o corredor. Então o Pedro mesmo sem conhecer o estádio resolveu ir procurar ajuda.
Chegou a uma porta, bateu e pediu ajuda, de lá saiu um homem com ar de boxeur que berrou com ele deixando o Pedro sem reacção.
Ele achou aquilo muito estranho mas resolveu seguir o caminho de volta, quando chegou à porta do estádio estava lá o Chico desesperado. Já não valia a pena ir para o treino porque já devia estar a acabar.
Resolveram ir-se embora até que um carro parou e uma voz chamou por eles era o pai das gémeas. Ele deu-lhes boleia porque ia busca-las ás piscinas, elas tinham-se inscrito na natação.
Passados uns dias os cinco amigos resolveram investigar o boxeur e a partir daí acontecem muitas coisas. Agora cabe aos leitores descobrirem o fim.


Andreia Sofia
Nº2
9º4
O JUIZ SOU EU


Mike Hammer, era um grande detective particular americano, diga-se de passagem um dos melhores. Jack Williams era o seu melhor amigo e antigo inspector da polícia, já não era inspector porque na guerra perdera uma braça a salvar Mike. Pat era colega de Jack na polícia e também era amigo de Mike.
Tudo começou num dia como os outros para Pat recebera um telefonema de um homicídio em casa de Jack. Quando chegou a casa de Jack viu o Jack morto com um tiro um pouco abaixo do umbigo, pouco depois telefonou a Mike para que viesse a casa de Jack, ao chegar lá Mike viu o seu melhor amigo no chão morto, morto com uma arma 45. Mike logo que viu aquilo disse que ia investigar o caso por conta própria e que mataria o assassino com as suas próprias mãos. Mike queria ser ele próprio a tratar da saúde do bandido. Myrna a mulher de Jack estava transtornada com o que se tinha passado. Mike e Pat decidiram começar pela festa que Jack tinha organizado na mesma noite em que morreu. Pediram uma lista das pessoas presentes na festa a Myrna e esta deu-a. Mike foi-se embora, para o seu escritório. Quando chegou já a sua secretaria tinha a lista das pessoas da festa e o que elas faziam. A primeira pessoa era Hal Kines estudante de medicina, tinha 23 anos, era alto e parecia um marinheiro. As próximas eram as gémeas Bellemy tinham 29 anos e eram solteiras, viviam das terras que os pais lhe deixaram e tinham investimentos na industria têxtil. Geoge Kalecki, Mike conhecia-o bastante bem, nos anos trinta foi fabricante de bebidas alcoólicas. Saiu da crise com um milhão de dólares no bolso. Continua a ter negócios ilegais. Hal estava a morar com George morando a cerca de 1Km de Myrna. A próxima era a mulher de Jack, tinha-se tentado suicidar sobre a acção de heroína. Jack levou ao pronto-socorro no hospital geral, não havia informação de onde vinha a droga. Charlotte Manning a psiquiatra com muita fama em Nova Iorque. Pat, queria adiantar-se em relação em Mike para que Mike não matasse o assassino.
No dia seguinte Mike fui falar com George. Mike fez-lhe um interrogatório a ele e ao Hal, em que eles responderam sem grandes problemas, e com muita calma. De seguida fora visitar a doutora Manning, mais uma vez fez um interrogatório em que ela respondeu com toda a certeza, despediu-se e foi-se embora. Foi ter com Pat beber uma cerveja, Pat disse-lhe que a balística determinou que a bala partiu de uma 45 com silenciador. Pat disse a Mike que George e Hal mudaram-se esta manha para um apartamento na cidade, porque alguém lhe deu um tiro através da janela, escapou por um triz. Também a bala era de uma 45, a mesma que matou Jack, mas quando Pat lhe disse que George suspeitava de Mike, Mike ficou ofendido e embaraçado. De seguida Mike foi falar com as gémeas Belleny, mas acabou por ir ao apartamento de George que ficava no mesmo prédio, não estava ninguém casa mas Mike entrou arrombando a porta, não tinha nada de interessante, mas quando foi ao quarto por baixo da cama tinha uma mala e resolveu abri-la, por cima de uma roupa tinha uma arma 45 e dois carregadores. Mike ficou desconfiado, cheirou o cano da arma e não detectou que ano tinha nada de especial e assim viu que já não era utilizada a mais de um mês, limpou-a as impressões e voltou a coloca-la no mesmo sitio. Foi para a sala esperando por Hal e George. Chegaram pouco tempo depois, pareciam assustados, mas ficaram ainda mais assustados quando Mike perguntou para que era aquela artilharia toda, e George disse que era para tipos como ele. Mike disse-lhe que não foi ele que disparou e disse também que o assassino falhou a primeira e que não falharia a segunda tentativa, mas enganou-se. De repente ouviram a janela a partir-se com uma bala acertou ainda no casaco de Mike. George estava quase a entrar em pânico.
Agora sim Mike, foi visitar as gémeas que moravam no quinto andar. A meio do interrogatório Mary, uma das gémeas contou-lhe uma coisa muito interessante, na noite da festa Jack discutiu por varias vezes com a sua mulher e também viu que Jack e Hal foram para a cozinha conversar e que demoraram cerca de uma hora e saíram todos sorridentes. Despediu-se e foi-se embora para o escritório. Quando chegou lá sentou-se na sua cadeira e pôs-se a pensar em todos os suspeitos para já interrogados e todos tinham um álibi perfeito. Meteu-se no carro e dirigiu-se para o clube Hi-Ho. Onde encontrara o seu amigo Bobo Hopper e que lhe perguntou se ainda trabalhava para George este dissera que não, arranjara um trabalho de estafeta. Tomou dois finos com o seu amigo enquanto conversava com ele. De seguida foi falar com Charlotte.
Quando lá chegou voltou a fazer o interrogatório do costume, nas desta vez com mais calma porque Charlotte tinha um vestido curtinho e os seios quase destapados. A mesa estava posta para dois, Mike iria jantar lá, jantaram em paz e conversaram sobre o crime, estiveram os dois muito íntimos e quando Mike se despedia esta dera-lhe um beijo na boca e disse-lhe para ter cuidado
No dia seguinte foi a casa de Jack tentar descobrir por onde o assassino teria entrado. Mike entrou pela a janela da casa de banho por onde também poderia ter entrado o assassino, começou a vasculhar a casa, mas já la estivera a policia por isso não deveria encontra grande coisa. A ultima parte da casa a ser vasculhada foi o quarto de Jack, viu na cómoda, e na ultima gaveta a das cuecas e uma cueca ficou presa e ao tirar essa encontrou um livro, aquele livro em que Jack, escrevia as coisas mais importantes. De seguida foi-se embora antes que a policia chegasse. Voltou para o escritório e pôs-se a ver o livrinho de Jack. Havia um nome que se repetia varias o de Eileen Vickers, e tinha uma pagina que dizia o seguinte: “E.V.- Mary Wright”. Mais a baixo tinha um numero que a Mike parecia ser a referencia de uma ficha da policia e também um numero de telefone. Passado algum tempo pegou num cartão que dizia: “ APRENDA A DANÇAR-VINTE BELAS RAPARIGAS” e na parte de traz tinha um número que coincidia com um número que Jack tinha no seu livro. Mike telefonou para esse número e pediu uma marcação para a o mesmo dia, em que deu um nome falso, Pete Sterling. Depois telefonou a Pat para que este lhe desse a morada conforme o numero de telefone. Eileen era pessoa que ele iria procurar, alias Mary, esta não devia querer dar o seu verdadeiro nome.
Já de noite Mike foi a essa tal morada e era uma casa de prostitutas, entrou e disse que queria a menina Mary Wright, a madame como era conhecida a dona da casa indicou o caminho a Mike. À vela Mike ficou com pena dela. A meio da conversa este chamou-lhe Eileen, esta ficou transtornada. Mike explicou-lhe porque estava ali, e ele compreendeu. Depois fui a vez de Eileen dizer porque estava ali, começou todo quando ela se envolveu com um tal de Jonh Hanson, e foram morar juntos e poucos dias depois ele fugiu. Ficou assim sem dinheiro e não havia outra maneira de ganhar dinheiro senão prostituir-se. Com esta história Mike ficou comovido e veio-se embora ficando cá fora vendo quem entrava. De cinco em cinco minutos chegava um carro. De repente fez-se luz e Mike saiu disparado ao apartamento de Jack, ao chegar la entrou novamente pela janela da casa de banho e foi directo a sala, pegou no telefone e telefonou a Pat, dizendo-lhe para avisar a policia de choque, pois pode aparecer alguma emergência e para virem para a casa de Jack. Desligou o telefone. Mike começou a procura de livros e encontrou aquilo que querias, três livros anuários da faculdade, todo o que ele andava a procura de um fotografia de john Hanson mas não encontrou. Quando, Pat chegou foram a uma livrarias ver os livros que Pat tinha comprado. O empregado da livraria disse que vendeu dez livros a Pat, faltavam apenas quatro livros, já que a policia tinha levado três e Mike encontrou outros três.
Pat lembrou-se de ir a biblioteca pública procurar esses livros. Quando lá chegaram chamaram o livreiro e perguntaram se lhe tinham entregado quatro livros sobre a faculdade, e este foi procurar. Esses quatro livros tinham estado na posse de Jack e alguém os levara. Encontrou-os. Começaram a vasculhar um a um e encontraram a fotografia de John Hanson, atiraram os livros para cima da mesa e fora a correr para a casa de prostitutas. Quando lá chegaram a porta estava fechada, tiveram que a abrir com o machão dos bombeiros. Foram directos ao quarto da Eileen Vickers, esta estava morta, juntamente com John Hanson, foram mortos por uma 45. Estava num lindo estado este John Hanson, pelo menos era esse nome que ele dizia ter Mike conhecia-o por Hal kines, Mandaram bloquear as saídas todas. A madame não estava ali era de estranhar, como era a dona daquilo tudo.
No dia seguinte foi a casa de George não estava lá, já tinha feito as malas. Foi então dar um passeio e encontrou Charlotte, a certa altura viram um carro a ir em direcção a eles e dispararam, raspando ainda na camisa de Mike, quem tinha disparado era George. Pegou na bala e embrulhou-a num papel e enfiou-a no bolso para mais tarde dar a Pat. Telefonou a Pat para este vir buscar a bala. Depois fora para casa, Mike e charlotte envolveram-se num clima de romance chegando a fazer amor. De seguida Mike foi ao posto da policia e encontrou a madame que fugiu naquela noite passando pela passagem secreta. Depois foi visitar Easther Bellemy fazendo o interrogatório do costume. No fim esta convidou-o para que Sábado fosse a casa dela ver um jogo de ténis.
De seguida foi a universidade que John e Eileen frequentaram. Queria ver o quarto de John, entrou pela a janela e caiu e de seguida dispararam dois tiros, este também disparou. Ao acender a luz viu que tinha matado George. Pegou numa caixa verde, estavam a ser queimados vários livros, não restavam uma única palavra. Noutro canto do chão encontrava-se ainda meia folha papel, nela lia-se que George fora o autor de um assassínio que já fazia algum tempo, revelando também onde a prova desse acto podia ser encontrado, num banco da cidade, tinha a palavra de código e dizia qual era o numero. Pegou na folha meteu-a um envelope, escreveu o seu nome e enviou para sua casa nos correios, da universidade. Depois chegou a policia e depois Mike foi para casa de Charlotte, dormindo lá. Já de manha Mike deu uma vista de olhos nas prateleiras dos livros onde se encontrava “ A Hipnose no Tratamento dos distúrbios mentais” e também “ a psicologia do casamento”. Depois examinou-os. Despediu-se de charlotte e foi-se embora. De ida para casa ouviu as sirenes da policia e seguiu a policia, pararam em frente a uma farmácia, Pat já lá estava. Bobo Hooper estava morto, e tinha perto de si droga dentro de um pacote. Foi morto com uma 45. Dirigiu-se para casa e tinha uma carta para si, abriu a carta e tinha lá o código do banco e o número. Depois foi com Pat ao banco e ali estavam provas suficientes para mandarem George para a forca mais de uma dúzia de vezes. Voltou para trás e foi a casa de Charlotte tinha se esquecido da carteira. No meio da conversa Mike pediu charlotte em casamento e esta aceitou. Foi-se embora despedindo-se com um beijo.
Já no sábado Mike foi buscar Myrna para ir para a casa das gémeas, logo que chegaram foram ver o jogo de ténis, a meio do jogo Mike deu uma escapadinha com Mary, quando regressou ao jogo ouviram-se muitos gritos. Mike foi em direcção ao bar e estava lá Myrna morta e uma das empregadas desmaiadas. Chamou-se a policia e não se deixou sair ninguém dali. Nos interrogatórios toda a gente que a gémea convidou estava presente e todas elas tinham um álibi perfeito. Havia um barman a porta do bar que não viu entrar ninguém, só podia ter entrado alguém no tempo que ele foi buscar uma cerveja mas já não dava tempo para sair por isso o assassino tive que sair pela janela que estava aberta do bar que estava aberta. Depois disto todo ninguém estava com disposição para ficarem ali, foram-se todos embora já era tarde.
No domingo, Mike passou toda a manha a pensar nalgum pormenor que tenha escapado. Passadas algumas horas Mike descobriu quem era o assassino. De seguida dirigiu-se para o apartamento de Charlotte, aporta estava aberta mas não estava ninguém em casa.Mike enquanto Charlotte não chegava pegou na sua arma, passado pouco tempo chegou Charlotte. Mike sempre com a arma apontada a Charlotte, para que esta se mantivesse no mesmo sitio. Mike começou por lhe explicar todo dizendo: “ tudo começou contigo e com o Hal. Não primeiro foste. A tua profissão é que deu origem ao processo. A tua clientela. Era tudo gente de oposição e dinheiro. Claro que os travavas, que curavas os seus desequilíbrios mentais, mas a custa de drogas. Passavas as receitas, e eles tomavam o que tu lhes deste, e passava a ser um vicio para eles.
E então conhecestes o Hal. Esse foi um dos aspectos que me dificultou o caso, de tal modo que parecia casual. Nunca chegastes a suspeitar de quais eram as verdadeiras entregas deles. Ate que um dia utilizastes, um teste de hipnótese. Ele não tinha outra hipótese, se queria continuar a desempenhar o seu papel. Foi então que pensastes tê-lo na mão. Contastes o que tinhas descoberto, mas ele enganou-te. Foi nessa altura altura que Jack se meteu. Assim Jack descobriu no que Hal andava metido e quando, por acaso reencontrou Eileen, isso veio confirmar as suas suspeitas. Jack soube do show por intermédio de Eileen, e como Hal era a cabeça do grupo, calculou, que ele também estaria presente. Mas voltemos mais a traz, Jack queria falar contigo acerca de qualquer coisa. Mas na festa vieste os livros que Jack tinha andado a reunir, e tiveste medo que Hal te fosse denunciar. Portanto quando a festa acabou tu voltastes para traz e matastes Jack. Depois comunicastes s Hal a tua descoberta e mandaste-o ameaçar Eileen e depois seguiste-o, matastes os dois durante o show, depois tiveste sorte e seguiste a madame ate a passagem secreta e conseguistes escapar. Depois chegara a vez do Bobo Hooper. E esse deixou cair um pacote que lhe tinhas dado para ele entregar a uma determinada pessoa. Depois o cliente telefonou-te e disse que o pacote ainda não tinha chegado. Então decidiste mata-lo antes que ele dissesse quem é que mandava entregar a droga. Seguia-se Myrna. Quando chegastes a casa das gémeas tinhas um casaco igual ao da Myrna. E também estavas perfeitamente a par do mau habito das mulheres tem quando se apanham sozinhas numa sala cheias de casacos de outras mulheres. Mas tu não te podias arriscar a que fizessem isso com o teu porque tinhas uma embalagem de heroína. E quando Myrna fui tomar uma aspirina, tu fostes a traz dela, mas chegaste tarde Myrna já tinha descoberto a droga que tinhas dentro do teu casaco, fui então que a mataste. Ainda me custa a acreditar que tenhas sido tu. Quase me cheguei a casar contigo.”
Depois deste discurso Mike pegou na sua arma deu-lhe um tiro um pouco mais abaixo do umbigo como tinha prometido. Ao dar o tiro Charlotte caiu, mas perto de si tinha a sua arma. E com essa deu um tiro na cabeça a Mike, que acabou por morrer. Morreram ali os dois.
Mike conseguiu cumprir o que tinha prometido a Jack, que era matar o assassino um pouco abaixo do umbigo.


Paulo Campos Nº21
9º4

Um livro mais ou menos interessante

Título: Harry Potter e os Talismãs da Morte
Título original: Harry Potter and the Deathly Hallows
Autora: J. K. Rowling
Edição: 1ª edição

Harry está quase a fazer dezassete anos, (data a partir da qual ele já pode usar magia fora da escola) mas, em vez de ir concluir o sétimo ano lectivo, Harry decide terminar a tarefa que Dumbledore lhe incumbiu antes da sua morte (destruir todos os Horcruxes que Lord Voldemort tinha criado) acompanhado dos seus amigos Ron e Hermione. Antes de partirem eles tiveram conhecimento, através do Ministro da Magia, do testamento de Dumbledore. Ele tinha-lhes deixado três objectos: um Apagador ao Ron, um livro de contos infantis de Beedle, o Bardo e ao Harry a Snitch que ele tinha apanhado no seu primeiro jogo de Quiddich.
O primeiro serviu para guiar o Ron até aos seus amigos depois de uma discussão e o livro continha o conto e o símbolo dos Talismãs da Morte. Esse conto narrava a história de três irmãos que atravessaram um rio onde muita gente tinha morrido. A Morte ficou furiosa, mas como era astuta apareceu-lhes, felicitou-os e disse-lhes que lhes dava qualquer coisa que eles quisessem. O irmão mais velho pediu uma varinha mais forte que todas as outras, o do meio pediu uma pedra que pudesse trazer os mortos de volta e o mais novo, que era o mais sensato, pediu um Manto da Invisibilidade. Devido a isso só o irmão mais novo morreu de causas naturais. Um dos Talismãs, a Pedra da Ressurreição, estava dentro da Snitch. Outro, Harry já o tinha há muitos anos. Era o Manto da Invisibilidade.
Na aldeia natal de Harry, Godric’s Hollow, eles foram falar com Bathilda Bagshot, uma escritora que tinha conhecido Dumbledore. Mas foram tarde de mais porque ela já estava possuída pela cobra de Voldemort, Nagini. Algum tempo depois Harry descobriu que a Varinha de Sabugueiro (ou Varinha Mestra) estava dentro do túmulo de Dumbledore e que Voldemort já a tinha em seu poder. Por isso Harry foi com os seus amigos para Hogwarts à procura do último Horcrux. Na escola deu-se uma estrondosa batalha. Ali perto, durante a batalha, Voldemort matou Snape que deixou uma memória a Harry de uma conversa que ele teve com Dumbledore em que este lhe disse que o Harry tinha de morrer porque ele próprio era um Horcrux.
Harry, deprimido, foi para a Floresta Proibida e deixou-se matar. Mas numa conversa espiritual com Dumbledore, Harry descobriu que enquanto Voldemort estivesse vivo podia voltar à vida devido a uma ligação que ele tinha consigo. Então Harry voltou à vida e, quando a batalha recomeçou, ele levantou-se e, após uma breve conversa, Voldemort lançou o feitiço Avada Kedavra e Harry lançou Expelliarmus. De repente Voldemort caiu porque o seu encantamento fez ricochete e atingiu-o. Dezanove anos depois, os filhos de Harry e Ginny e de Hermione e Ron entravam juntos para o Expresso de Hogwarts para começar o seu percurso na Escola de Magia e Feitiçaria tal como os seus pais.
Eu escolhi este livro porque já tinha lido todos os outros da colecção e porque queria saber o final de toda a história. No geral gostei dele porque consegue manter todo o clima de Magia Negra dos quatro últimos livros em que o Voldemort entra em ascensão. As minhas partes preferidas foram o Conto dos Três Irmãos (Pág. 333 a 335) e a Batalha de Hogwarts (Pag. 487 a 510).


Trabalho realizado por: João Filipe Lopes da Costa, Nº 13, 9º4
NOME: Bando dos Quatro- O Acampamento Fantasma
AUTOR: João Aguiar
EDIÇÂO:
MOMENTO ADEQUADO PARA LER O LIVRO: um entretenimento para passar o tempo
QUALIFICAÇÃO: 3/5


CRÍTICA:
Este livro da saga do Bando dos quatro, visionando alguns episódios televisivos, pois ainda não li muitos livros desta colecção, e tal como os outros. Ou seja, cheio de peripécias, perigos, alegrias. Resumindo, é um livro de aventura. Sinceramente, no meu ponto de vista, penso que é um livro “sem piada” para as pessoas da minha idade, por ser um pouco infantil.
O livro fala de um acampamento que os quatro jovens fazem a Chão de Guerreiros. Chão de Guerreiros, tem um certo valor histórico porque se diz que foi lá que D.João I rezou numa capela que lá existe na antevéspera da batalha de Aljubarrota e que os soldados que se faziam companhia de D.João I dormiram naquele mesmo chão, daí vindo o nome da terra “Chão de Guerreiros”. Os jovens enquanto comiam um gelado no dia da chegada ouviram uma conversa entre dois senhores em que um deles dizia que a culpa era da câmara municipal em não avisar do que se passava lá, dos fantasmas, e que os miúdos não deviam saber da história de um cão que ia lá para atacar as pessoas. Atribui-se a responsabilidade do cão a um dos guerreiros que entre muitos morreram na batalha e que assumiram a forma de fantasmas, e que andava à procura de espanhóis para os matar. Os miúdos ouviram tal novidade que foram logo contar aos seus amigos do acampamento.
A história desenvolve-se com o grupo a intrometer-se em todos os assuntos que se falavam naquela localidade dando confusão algumas das vezes. Tal como sempre a história acaba em bem com o grupo a resolver o mistério.
Neste livro descobre-se que muitas das vezes que se dizia que apareciam cães fantasmas eram afinal simples cães que por ali passavam mas que chegava para assustar as pessoas.
A minha parte favorita foi a parte em que é explicado o significado do nome daquela localidade pois aprendi uma coisa interessante que ainda não tinha aprendido.


Filipe Pinto
Nº 9
9º4

Opinião sobre dois livros

Livro: Crazy, a história de um jovem
Autor: Benjamin Lebert
Edição: 5.ª edição
Eu gostei bastante da experiência de ler este livro porque é um livro diferente de todos os outros que já li.
Este livro fala de um jovem, de dezasseis anos, que tinha uma deficiência motora, em toda a parte esquerda do seu corpo, e das dificuldades que se lhe surgiam no dia-a-dia. Como ele era muito indisciplinado em todas as escolas por onde passou, os seus pais inscreveram-no num internato.
O jovem, que na história está a representar o autor, já que o livro está escrito na primeira pessoa, faz alguns amigos e junta-se a um grupo de rapazes todos um pouco problemáticos, que viviam o dia-a-dia com bastante despreocupação, divertimento e travessura.
O conteúdo do livro fala sobre o dia-a-dia naquele colégio e também sobre as travessuras e as aventuras passadas por aquele grupo de jovens. E como não podia deixar de ser a história também fala dos seus casos amorosos e do início da vida sexual, um pouco condicionada, para a personagem principal, devido à sua dificuldade motora.
Esta história revela, acima de tudo, uma lição de vida, pois quem tem dificuldades, quer a nível de aprendizagem quer a nível de movimentação, com muita força de vontade e dedicação, consegue ultrapassar os obstáculos da vida e viver o dia-a-dia com muita confiança e tranquilidade. Prova disso está o facto de Benjamin Lebert como personagem da história conseguir melhorar os seus resultados escolares e passar de ano.
Em relação à força de vontade e à crença no que a vida tem de melhor também li outro livro que fala sobre isso.




Livro: O Segredo
Autor: Rhonda Byrne
Edição: 1.ª edição
O livro “O Segredo” conta que existe uma lei da atracção no Universo que basta nós acreditarmos muito numa coisa que queremos e acreditarmos mesmo com muita força que a tal lei da atracção funciona e aquilo em que mais pensamos, mais cedo ou mais tarde estará ao nosso alcance.
Este é um exemplo de um outro livro que nos dá uma boa lição de vida que deve ser aproveitada ao máximo por todos nós porque, com ou sem lei de atracção, somos nós que escolhemos o caminho das nossas vidas e devemos escolhê-lo muito bem, reflectindo e pensando muito no que queremos de bom para o nosso presente e futuro e, assim, dentro de algum tempo sentimo-nos capazes de realizar os nossos desejos, mas nada acontece sem dedicação, trabalho, esforço e, claro, um pouco de ajuda dos nossos amigos e familiares, como retrata o livro de Benjamin Lebert.

“O Segredo” e “Crazy, a história de um jovem” são dois livros adequados para quem quer saber um pouco mais sobre as dificuldades e o melhor que a vida nos proporciona para as ultrapassar. No livro de Benjamin Lebert podemos encontrar o retrato escrito das dificuldades da vida e a forma de as ultrapassar com a ajuda dos amigos e com muita força de vontade. No livro de Rhonda Byrne estão retratadas e descritas formas de superar esses obstáculos, formas essas que estão totalmente ao nosso alcance e que nós já utilizamos sem saber, como o recurso ao poder da nossa mente e do pensamento positivo.









Trabalho realizado por: Rui Filipe Fiúza da Rocha Dantas 9º 4 Nº 25

Resumo opinião da leitura

Paulo César Touceira de Sá Nº22 9º4

Nome do autor: José Cardoso Pires
Título: Balada da Praia dos Cães
Editor: Publicações Dom Quixote

Informações sobre o autor: Escritor português, José Augusto Neves Cardoso Pires nasceu a 2 de Outubro de 1925, no concelho de Vila de Rei, em Castelo Branco. Recebeu o Prémio Internacional União Latina (Roma1991), o Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional (Pisa 1992) e o Prémio Pessoa (Lisboa 1997). Em 1998 sofreu outro acidente vascular cerebral, que viria a ser a causa da sua morte a 26 de Outubro, em Lisboa. Outras Obras do Autor: O delfim, O Anjo Ancorado, Histórias de amor.

Resumo: Um cão Lusitano que andava na praia chamou á atenção de um pescador local levando-o a descoberta de cadáver.
Personagens principais, Otero da polícia judiciária, Elias era o chefe da brigada.
Os suspeitos do crime são uma mulher, Filomena que veio de boa vontade para a polícia, o cabo de bivaque e todo tão suspenso, o arquitecto, sem barba, Mena a amante do major, estes são os três suspeitos, os que mataram e levaram o segredo com eles. A vítima é o ex-major Luís Dantas que se tinha evadido do Forte da Graça, em Elvas onde aguardava julgamento por participação num abortado golpe militar.
Elias recebeu um telefonema a informar que tinham descoberto a casa dos gajos, era a casa da Veredo, foram encontrados alguns objectos, possíveis de incriminar os suspeitos, um lenço de mulher e cigarros SG, também encontraram marcas de sangue nas paredes. Depois foram investigar a casa de Mena onde foram apreendidas fotos.
Elias pede o relatório da fuga da vítima onde dizia que a vitima tinha estado presa por motivos políticos e que fugiu para a casa da Veredo. Isto levou a que Mena fosse investigada e presa pela Polícia Judiciaria, ela que foi denunciada pelo telefonista do “Novo Hotel Residencial” onde ela tinha chegado na noite anterior, interrogado pelo Elias, o telefonista do Hotel disse tudo o que sabia durante a viagem descrita pelo chefe da Brigada a prisão de Mena foi secreta.
Elias Passeia pelo escritório nas instalações da policia, lendo o interrogatório feito por Mena, com o intuito de ter algumas ilusões, para a resolução do caso.
Feitas novas interrogações Mena não colaborou com a Judiciaria e nesta fase dos interrogatórios está a ser posto em causa a situação do cabo no grupo e a sua relação.
Otero elogia Elias como sendo um bom investigador pelo seu trabalho no processo.
Elias foi fazer a inspecção a casa da Vereda e procuram explosivos no jardim.
Elias volta a interrogar Mena, esta que descreve como poderiam ter sido os últimos minutos de vida do major. Elias tem um passatempo que é telefonar para um número mistério, algo que parece ser uma mulher casada. Pelo depoimento de Mena tudo o que parece ter acontecido na altura do jantar na sala, foi simulado pelo major.
Diz Mena que o major andava a realizar encontros clandestinos, o motivo destes encontros clandestinos era a traição dos generais.
Mais um depoimento de Mena que disse que também estava na sala o arquitecto. Elias teve um sonho com Mena. Veio a descobrir-se que Mena era torturada pelo major e tinhas marcas pelo corpo de cigarros nas costas. O major morre e Mena fica com o arquitecto.



A minha opinião: É uma história cativante, um pouco confusa em algumas partes desta história custou-me a perceber o que o autor queria dizer, tem uma leitura fácil de perceber e é uma história muito interessante.

Comportamentos desviantes

Uma aventura entre o Douro e o Minho


Autores: Ana Maria Magalhães
Isabel Alçada




Esta aventura é protagonizada por cinco grandes amigos, o Pedro, o João, o Chico, as gémeas Teresa e Luísa e também o cão das gémeas e do João.
Um dia eles decidiram fazer uma viagem pela província Portuguesa entre o Douro e Minho. Enquanto que eles descobriam as histórias da terra havia Três criminosos que assaltavam palácios e igrejas de uma forma misteriosa.
A polícia não tinam nenhum suspeito, por isso apelou á população que quem tivesse visto algo para telefonar para a polícia.
Durante a visita ao Castelo de Guimarães, o guia que acompanhou os jovens estranhou o interesse que estes manifestaram pela tapeçaria que foi roubada do monumento nacional.
Então os jovens de investigadores passaram a ser suspeitos. Mas a atenção dos jovens no discurso da visita era porque eles viram três homens da limpeza um pouco desajeitados, e com um ar suspeitíssimo admiravam a tapeçaria.
Os jovens estavam muito preocupados com o facto de serem suspeitos, por isso contactaram o jornal de Braga e conseguiram o apoio do Jaime o jornalista de redacção.
Mas aconteceu o pior, aconteceu outro assalto desta vez na Igreja de Rates.
Os jovens estavam cada vez mais envolvidos nos assaltos, mas não desanimaram e ainda investiram mais na investigação, tentando deslindar os roubos.
Numa excursão que eles participaram João é surpreendido e agredido pelos assaltantes, mas ele conseguiu ouvir os planos para o próximo assalto.
Os jovens descobriram que o assalto ira se realizar na sé de Braga, contudo eles chegaram demasiado tarde.
Os ladrões cada vez mais preocupados e seguros de si, conseguiram, com sucesso uma série de crimes.
Foram lançados alertas em busca dos suspeitos. Os amigos infiltraram-se nas investigações da polícia permitindo ouvir novos sinais para poderem seguir o rasto dos ladrões. Mas Luísa foi raptada pelos assaltantes.
Nas suas excursões, os jovens acabam por chegar à Ilha dos Amores, onde encontram uma cruz de ferro roubada da Sé de Braga, achado que os levou à salvação da amiga Luísa e da resolução da investigação policial. E tudo acaba em bem.




Trabalho realizado por:

José Sá Nº17
9º4

A minha leitura

Uma aventura no supermercado

De Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Ilustrações de Arlindo Fagundes 10ª. Edição


Uma “aventura no supermercado” foi o livro que me agradou muito, não só pela parte da aventura que é o que mais gosto, mas também pelas partes que me fizeram rir muito.
Partes que eu vou comentar: Quando eles decidiram passar a noite no supermercado para ver se descobriam uma caixa verde que se encontrava nas zonas das margarinas que ficava mesmo lá no fundo do armazém do supermercado.
Quando lá chegaram o João foi logo o primeiro a começar a vasculhar aquelas caixas todas, abrindo as caixas uma por uma sem terem êxito porque não encontraram a caixa verde mas eles não desistiam e cada vez abriam mais até chegarem ao ponto de ficarem com a pele, cabelos, roupas até os óculos do Pedro cheios de gorduras mas como estavam muito entusiasmados não ligaram nenhuma ao seu estado.
Quando ouviram uma gargalhada muito forte e assustadora por trás dos detergentes, eles entraram em pânico atiraram-se das caixas abaixo para fugirem, mas como estavam cheios de gorduras não conseguiam fugir porque a sola dos sapatos estavam muito escorregadios e sempre que tentavam pôr-se a pé, atirava-os de novo para o chão onde derrubavam tudo que se encontrava a sua volta. Quando apareceu o homem que continuava com aquelas gargalhadas assustadoras, e com uma agulha nas mãos com um líquido azul, as gémeas cheias de medo viram que o homem não lés ligava nenhuma e que aquele liquido era para estragar os produtos do supermercado naquele caso era para deitar dentro das garrafas de óleo. O João tirou os sapatos e os amigos fizeram o mesmo, e desatam a correr pelo supermercado, mas a saída foram bater contra o guarda-nocturno que com tanto barulho que tinha ouvido foi dar uma vista olhos, e acabou por apanhar o Chico e os outros fugiram e meteram-se a porta do supermercado a gritar que a festa no supermercado, uma campanha nocturna em que os primeiros 20 clientes tinham tudo grátis, as pessoas começaram a entrar pelo supermercado dentro e o segurança para controlar as pessoas largou o Chico esse que logo foi ter com os amigos que fugiram para casa.
Também gostei da parte em que o João, Chico e o Pedro foram apanhados pelos bandidos, e como estavam a ser ameaçados o Pedro contou-lhes onde estavam os diamantes os homens riram-se não e nada mal pensado, e logo o gordo se dirigiu para a casa do João para os ir buscar os diamantes. Quando chegou o homem não trazia os diamantes ma vinha todo arranhado com uma mão a sangrar, logo se viu que ele tinha tido um encontro com o faial. A ideia do João de esconder os diamantes dentro da casota do Faial o seu cão foi muito boa porque sabia que era o lugar mais seguro com o seu cão que era muito bravo e mau estariam em segurança.
Assim com muita maturidade acabo de resumir as partes que eu mais gostei no livro.
Hugo Miguel Soares Freitas
9º 4 Nº 12

O que compreendi deste livro

Uma visita à corte do rei D. Dinis


“Uma visita à corte do rei D. Dinis”, eu achei este livro muito educativo porque falava da vida de um rei muito dedicado ao povo, por esse motivo foi-lhe aplicado o nome de”O Lavrador” também fala de sua esposa rainha D. Isabel muito conhecida por ter realizado “o milagre das rosas”.
Decidi ler este livro porque achei que enriquecia o meu conhecimento não só a nível de história de Portugal mas também o enriquecia a nível de leitura.
Vou fazer um pequeno resumo para que possamos conhecer a história.
A história passa-se perto do natal em que os pais de Ana e João fazem-lhes uma surpresa que era ir ao Funchal, mas como eles já tinham planeado ir para a casa da tia ficaram desiludidos por ter que deixar de ir a ilha do Funchal, os pais estranharam eles quererem ir a casa da tia porque eles não gostavam nada dela, mas eles só queriam ir porque no verão passado eles fizeram um amigo cientista que pertencia a uma ordem secreta que se chamava AIVET (associação internacional de viagens no espaço e no tempo) que os tinha levado a dar um passeio pelo passado, então os pais decidiram deixa-los na casa da tia enquanto eles iam para o Funchal.
Eles quando chegaram a casa da tia foram logo ter com o Orlando que era o tal cientista amigo deles então eles pediram para ir visitar a corte do rei D. Dinis então o Orlando concedeu-lhes esse desejo mas como ele não sabia onde estava a corte decidiu seguir a trajectória do rei, foi para Coimbra lá encontrou em construção o convento de santa clara eles aproximaram-se e de repente ouviram uma pessoa aos berros foram lá ver e era um homem a chorar porque o seu filho estava a ajuda-lo mas caio da torre, todas as pessoas estavam a chorar a pensar que ele estava morto, mas o João pôs-lhe a mão no pulso e descobriu que ele ainda estava vivo então cuidaram dele, mais tarde perguntou ao engenheiro que estava a construir o convento se sabia onde esta a corte ele respondeu que o rei estava em Leiria e também lhe disse para ir com os almocreves porque como havia muitos assaltos naquela região disse-lhes que deviam andar sempre acompanhados e como eram um grupo grande ninguém os roubaria então quando eles chegaram ao castelo ficaram surpreendidos porque era uma corte muito divertida de noite eles não tinham onde dormir então eles procuraram algum sitio onde ficar mas o João estava tão cansado que o Orlando disse para os dois irmãos ficarem a descansar enquanto ele procurava algum sitio para dormirem, mais tarde ele encontrou um local de frades mas eles só aceitavam homens então ele decidiu disfarçar a Ana de “rapaz mudo”.De manhã quando acordaram estavam tão sujos que decidiram procurar um riacho para tomarem banho mas pelo caminho eles encontraram pessoas a treinarem falcões então o homem mais velho que estava lá decidiu falar-lhes de falcões quando o homem estava a explicar o João viu um dos falcoeiros a ir para a mata então decidiu ir atrás dele, o João descobriu um plano maléfico realizado por D. Fradique que era pedir uma poção a bruxa Berenice envenenar o rei, mal acabou a conversa foi logo avisar o Orlando e a Ana. Como tinham muito tempo foram tomar um banho mas apareceram dois mercadores que elogiaram a graciosidade da Ana e os convidaram para comerem em sua casa mais tarde lembraram-se que tinham de salvar o rei, mas como chegavam tarde o Orlando mostrou-lhes uma invenção que transportava para outro lugar em segundos.
Foram ter perto da floresta mas quando iam para o castelo o João e a Ana afastaram-se do Orlando, mais para a frente o João viu um falcão e foi atrás dele deixando a Ana sozinha a Ana desatou a chorar e foi em direcção ao castelo. O João quando viu que o não conseguia apanhar o falcão descobriu que se tinha perdido e caio no lodo em descobrindo também que se estava a afundar lentamente, quando o lodo já o cobria até o queixo apareceu a bruxa Berenice não parecia uma bruxa velha e feia mas sim uma bruxa de dezassete anos e linda estendeu-lhe a sua vara e salvou-o da morte o João apaixonou-se logo por ela foi para a cabana dela mais tarde apareceu na cabana da bruxa o Orlando e a Ana a dizer que tinham conseguido salvar o rei e que D. Fradique disse que a bruxa o tinha ajudado, mas ela só lhe tinha dado um remédio para ele matar as ratazanas de sua casa. Orlando teve a ideia de a “transportar de cinto” para outra região, onde ela levasse uma vida pacata e sem pratica bruxaria.

Nome do livro……….Uma visita à corte do rei D. Dinis
Colecção…………….Viagens no tempo
Edição……………….Quinta edição
Nome do autor………Ana Maria Magalhães/Isabel Alçada
Editora………………Caminho


Trabalho realizado por…………José Pita
Nº………………………………16
Data…………………………….9/12/2007
Uma Aventura em Lisboa

Autores: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações: Arlindo Fagundes
9ª Edição

Este livro despertou-me uma grande curiosidade visto que quando andava à procura de um livro para comprar, este me saltou à vista devido à imagem presente na capa (O Aqueduto das Águas Livres e Um Carro Eléctrico), que já fazem parte da história de Lisboa e do nosso País.
Começando a ler o livro deparei que estava a ler algo que mais adiante me ia trazer muita acção, quanto mais eu avançava no interior do livro maior era a minha curiosidade para saber o que vinha a seguir, e até mesmo o final.
Foi um livro cheio de acção, visto que o grupo teria que descobrir onde estava um saco cheio de jóias valiosíssimas. Até aí nada de espanto meu mas quando li que havia uma quadrilha que estava presa e um dos elementos foi libertado por bom comportamento logo desenvolvi dentro da minha cabeça que este sujeito lhes iria fazer a vida negra e assim foi.
O grupo elaborou um plano para descobrir as jóias o qual dizia:
“O que sabemos:
Rei: D. Manuel I
Monumentos deste reinado
construídos em Lisboa :
Mosteiro dos Jerónimos
Torre de Belém
A descobrir:
¥ Haverá outros monumentos
construídos neste reinado em Lisboa?
¥ Qual o documento em que
estão as regras do jogo em código?
¥ O que diz esse documento?”

Depois de resolvido o questionário deste plano elaborado pelo grupo, eles resolveram visitar esses mesmos monumentos e assim foi, quando foram ao Mosteiro dos Jerónimos e vasculharam tudo que lá havia descobriram que não era lá que estava o tesouro, voltaram para casa onde se reuniram e elaboraram um plano para nessa mesma noite irem à Torre de Belém. Eles entraram na torre antes de ela fechar e esconderam-se, depois quando o segurança saiu eles correram para o alarme e desligaram-no. Quando andavam o procurar viram que andava lá mais alguém para além do grupo, esconderam-se mas por azar ao por tramóia o alarme começou a tocar e eles tiveram que saltar para a água.
No dia seguinte quando as gémeas estavam nas aulas e a professora estava a mostrar uns slides sobre a visita ao Aqueduto das Águas Livres uma das gémeas lembrou-se que as jóias poderiam estar nesse mesmo monumento.
Quando contaram aos colegas eles foram logo lá ver e as mesmas pessoas que estavam na Torre de Belém tentaram trama-los mas graças ao Faial conseguiram-se safar.
O Caracol que andava desaparecido à algum tempo apareceu à beira do grupo com o saco das jóias na boca.
O grupo felicíssimo gritou:”Viva Caracol!!! Viva!!!”
Este livro depois de lido pode ser considerado como um elogio à cidade de Lisboa, visto que demonstra os mais belos monumentos da cidade lisboeta.

Trabalho realizado por:
João Franco Nº14 9º4