sexta-feira, 6 de junho de 2008

O regresso do Menino Nicolau

Nesta história fala sobre a vida de um menino mimalho chamado Nicolau.
Nicolau é um rapaz que apresenta comportamentos diferentes em casa e na escola.
Em casa, quando arranja problemas, Nicolau arranja sempre solução: começa a chorar.
Mas, na escola (durante o recreio), passa o tempo a discutir com os amigos ou anda a “porrada” com eles, só que no final do recreio fazem sempre as pazes.
Esta história é escrita de forma diferente, é utilizada linguagem de criança”. Também fala dos problemas (que temos de passar nesta fase e todo o tipo de asneiras que as crianças fazem nos dias de hoje.
Eu acho uma história engraçada, que me faz lembrar velhas recordações.

“Vampiratas – Demónios dos Mares”

A história “Demónios dos Mares”da colecção “Vampiratas”, da autoria de Justin Somper, é um misto de aventura com terror, que conta a história de dois irmãos gémeos que ficaram órfãos depois de perderem o pai, que era a sua única família.
Como não queriam novos pais, Grace e Connor, decidiram fugir por mar, num pequeno barco, em busca do navio vampirata, tão ouvido nas canções do seu pai.
Numa noite, após uma violenta tempestade, os dois irmãos separam-se, e Connor é recolhido por um navio pirata, já Grace é resgatada pelo navio dos vampiratas.
Os vampiratas são uma espécie de vampiros piratas que de dia dormem e de noite sobem ao navio.
Connor é bem recebido pelos piratas e logo trava amizades com alguns dos tripulantes e até mesmo com o capitão. O rapaz começou a gostar da vida de pirata e interessou-se em se juntar à tripulação. Começou a praticar e parecia ter muito jeito. Logo o acolheram e o levaram em muitos assaltos a outros navios.
Grace não tivera a mesma sorte. Os vampiratas eram aterradores e muito resguardados e a rapariga começou a ficar com medo. Ela apenas conhecia um, o que a resgatara. Ele escondera-a num quarto para que ninguém mais a visse, já que os vampiratas, tal como os vampiros, gostam muito de sangue humano.
Quando descobriu que os vampiratas faziam banquetes de sangue e tinham um homem aprisionado a servir de dador, ficou ainda mais aterrorizada. Foi então que conheceu o capitão: o mais sombrio, mas o mais simpático.
O desenrolar da história acontece à volta dos dois jovens e das suas aventuras em alto mar. Enquanto que Connor se diverte a fazer assaltos a outros navios com o resto dos piratas e depois usufrui do prémio da melhor forma possível, Grace vive cada noite fechada naquele quarto a pensar num plano para sair e explorar o barco.
Enquanto o navio vampirata de dia quase adormecia, o navio pirata estava sempre com vida. Foi assim que ambos se cruzaram.
Um forasteiro perdido no mar, um tripulante vampirata, chegara ao navio de Connor com a mensagem de que Grace seguia no barco que tinham interceptado. O rapaz ficou comovido e apressou-se a falar com o capitão para que este desse ordem de assaltar o outro navio.
Ficou decidido que seria Connor, por sua vontade, a tentar resgatar a irmã. Ele já tinha alguma experiência como pirata e a sua boa constituição física ajudava-o muito nessa tarefa.
O homem vampirata que se encontrava no navio pirata dava indicações de como deveriam agir e ter cuidado com a tripulação, mas este forasteiro era muito traiçoeiro e perigoso e eles não sabiam até que ponto deveriam acreditar nele.
Connor, mais decidido que nunca, mandou preparar o material para saltar para o outro navio. Como se fosse ele o capitão, os outros obedeceram.
Pousou os pés no convés com todo o cuidado para que não o ouvissem. No entanto, Grace ouviu-o e chamou logo por ele a correr na sua direcção. Estavam novamente juntos e partiriam imediatamente para o navio de Connor.
Já com Grace a salvo o conto chega ao fim, caindo a dúvida do que terá acontecido ao navio vampirata.
Foi uma história muito emocionante e por isso muito atractiva para leitores que gostem de sentir emoção, adrenalina e curiosidade ao longo da leitura. É um livro aconselhável, pois é agradável de se ler, com muitos momentos de acção e poucas mas enriquecedoras paragens para descrições.
É uma aventura que demonstra muita força de vontade e coragem por parte das personagens, um exemplo para todos nós que temos que enfrentar diariamente as dificuldades da vida.


Trabalho realizado por: Rui Filipe Fiúza da Rocha Dantas, nº 25, 9º 4.